quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

JOAQUIM MARCELINO: “SALAFRÁRIO, VIGARISTA E PÚRIA”


Desta maneira o jornalista Carlos karnas definiu o perfil do vereador abduzido descartável e desnecessário Joaquim Marcelino (o oriundo de Cachoeira) que tem como meta o constrangimento de jornalistas. Marcelino não tem neurônios  suficientes para entender a sua insignificância perante a nossa sociedade muito menos a sensatez para se definir como ser humano. Talvez tenha sido sequela de sua abdução recente do nosso convívio. Sua espartafúdia é a máxima de Zeus: calúnia, injúria e difamação, três vocábulos  que definem sua presença na Terra ou justificam que ele ainda pretende afirmar que existe mesmo se odiando.
Eis o texto de karnas:
CHEIROS E REBULIÇOS DA POLÍTICA
IMUNDA, DOS MESMOS
Carlos Karnas, jornalista e escritor

O país e Taubaté continuam não vivendo bons momentos parlamentares. Há muito tempo, a bem da verdade. Renan Calheiros, eleito presidente do Senado para o biênio 2012-2014, é vergonha nacional. Em Taubaté, a população amarga o tal vereador desnecessário, Joffre Neto. Dois assombros.

Renan e Joffre são idiossincráticos, para não dizer: salafrários, vigaristas, abjetos, pulhas no poder legislativo e vida pública. Também na pessoal. A mentira e o mau-caratismo lhes impregnam o físico, basta se olhar na cara deles. Visualiza-se a falsidade. São homens públicos lesivos e imorais. Renan não escapa à mínima investigação das suas históricas, suas conhecidas contravenções e negociatas espúrias. Falsifica com notas frias até mesmo a venda dos boizinhos das suas fazendas. Também apresenta notas frias para abocanhar “no mole” o dinheiro fácil da sua verba de representação. É denunciado na Justiça com tudo para ser processado pelo Supremo Tribunal Federal: a Procuradoria-Geral da República o incrimina nos crimes de peculato, falsidade ideológica e uso de documento falso. Usou dinheiro de lobista para sustentar a amante e o filho que teve com a moça jornalista. Já praticou renúncia forçada do cargo, em 2007, para se safar do pior, pessoal e politicamente. Só isso, por enquanto. Tem muito mais.

Joffre, em escala menor, não fica atrás, pelos atos impróprios que já praticou e continua praticando no legislativo taubateano. Seus pares, os que bem o conhecem, nunca lhe deram crédito e o ridicularizam aberta e permanentemente. Já comentei isso anteriormente neste blog. Arrogante e falso é manipulador, mente, se utiliza da empáfia prepotente para justificar o injustificável: como o pagamento de salário para assessora que ainda nem começou a trabalhar na Câmara de Vereadores, que faz féria em Cancun com o pai, engenheiro conhecido e palpiteiro na cidade, financiador da campanha de Joffre. Há tempos, no blog que mantém na internet, Joffre Neto brindou o internauta com uma hilaridade, narrando a encrenca que teve com policial rodoviário que o flagrou com documentação vencida em rodovia da região. Ficou indignado, vociferou contra o agente cumpridor da lei que apreendeu seu veículo, trovejou contra o que está previsto na legislação de trânsito. Transgressor no flagrante. É fácil imaginar o que realmente ocorreu, na narrativa desse que, com a sua Transparência Taubaté, criou seus “escravos mentais” – como bem qualifica Irani Lima, o administrador deste blog, perseguido e caluniado pelo atual vereador desnecessário: maldoso e incompetente. Sujo. Inqualificável. Há ainda aquela história recente, de como Joffre foi contratado pela Câmara – por implorar ajutório pessoal – sem licitação ou licitação fajuta, manipulada, para prestar determinado serviço insignificante ou desprezível por ser totalmente desnecessário.

Pela moralidade política, pelos fatos nada abonadores que envolvem a volta de Joffre Netto à Câmara Municipal, bem como da maneira que atua o desnecessário, o partido que o abriga já deveria expulsá-lo. Diante da tentativa recente de atos lesivos aos cofres públicos, a presidente da Câmara Municipal, juntamente com a mesa diretora, deveria punir o vereador desnecessário com rigor, se valendo do que é previsto regimentalmente. Há caracterização de crime público no seu ato voltado à contratação e pagamento de assessora. E mais, Joffre Neto, em programa da rádio Difusora, teve a pachorra de afirmar: “Eu tenho uma funcionária chamada Franciny”. Nossa! É afirmação arrogante de coronelato. Excrescência. Vereador não tem funcionário ou funcionária. A prerrogativa é da Câmara que contrata e dispensa servidores – a pedido ou não, ou mediante concurso público – que são colocados à disposição de vereadores ou da administração. Portanto, o termo soberbo que Joffre Neto utiliza para os que lhes prestam serviços, pagos pelo munícipe, é de insensatez agressiva completa. Revela-se parvo, incompetente, ignorante e imbecil para ocupar cargo público. Mas foi eleito, desgraçadamente, formando parelha com os que apoiaram o prefeito réu, Ortiz Jr., carregado de encrencas e que pode ter vida curta na prefeitura. É assim que o desnecessário tece incongruências, um lixo. Chafurda no excremento próprio que cheira mal e espalha o fétido para toda a cidade. É tutelado pelo promíscuo e pernicioso. Todos sabem, todos o conhecem, especialmente o cidadão de bem que jamais será seu escravo mental. Mas, isso está em Taubaté.

Quanto ao escandaloso, corrupto, imoral e intragável Renan Calheiros, venceu, mas não convenceu. O corporativismo político estabelecido em todas as instâncias, agrava o desgaste da imagem dos políticos e do Congresso Nacional perante a opinião pública. Henrique Eduardo Alves, eleito na Câmara, é outro envolvido em denúncias de corrupção. Um dos maiores cabos eleitorais públicos de Renan Calheiros foi o advogado e consultor José Dirceu de Oliveira e Silva – o pobre condenado injustamente como comandante da quadrilha do Mensalão. Usou seu Blog do Zé para sustentar descabida teoria conspiratória. Na visão míope de Dirceu, Renan é alvo de uma "ofensiva midiática", respaldada pelo Ministério Público Federal. Bah!, dá para acreditar?

Em resumo: devemos dar um basta ao que está estabelecido na política podre. Compete ao cidadão de bem fazer resistência ao lixo parlamentar. A temporada de negociatas e politicagens está estabelecida e escancarada no Congresso. Também em Taubaté, tão recheada de clientelismo e compadrio político.


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