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| HERNANI LOBATO, PRESIDENTE DO SINDMETAU
Justiça
determina que isso seja feito em cinco dias
O TRT (Tribunal
Regional do Trabalho, sediado em Campinas) determinou que a LG pague, em até
cinco dias, os salários em atraso dos
453 metalúrgicos que estão com as demissões suspensas há pouco mais de mês. Cabe recurso.
A decisão do
Tribunal foi do desembargador Samuel
Hugo Lima em audiência entre representantes da multinacional e integrantes do
Sindicato odos metalúrgicos de Taubaté (SindMetau) quinta-feira (28). O
SindMetau reivindicava a reversão dos
cortes, mas a LG sempre alega que a
readmissão do grupo é inviável por conta da crise econômica.
Segundo o TRT,
como não houve acordo na negociação realizada na quinta-feira, o processo vai
para julgamento. Com isso, a empresa deve pagar o saldo salarial de dezembro e
os salários a vencer até o caso ser julgado. Caso descumpra a ordem, a LG terá
que pagar multa de R$ 100 para cada empregado, por dia.
Como parte dos
demitidos tem interesse na rescisão imediata do contrato, o desembargador
autorizou a liberação das homologações. Eles também têm direito a receber os
vencimentos em atraso.
Quem quiser ser
dispensado deve manifestar a intenção por escrito à empresa e também comunicar
a decisão ao sindicato.
A multinacional informou, por meio de nota, que está analisando a decisão e tomará as medidas adequadas. O trabalhador que quiser homologar sua rescisão deve formalizar tal intenção perante a empresa. |
sexta-feira, 29 de janeiro de 2016
TRT MANDA LG PAGAR SALÁRIOS ATRASADOS DOS METALÚRGICOS COM DEMISSÃO SUSPENS
terça-feira, 26 de janeiro de 2016
IMPASSE
LG E SINDMETAU TEM NOVA AUDIÊNCIA MARCADA PARA
QUINTA-FEIRA (28) NO TRT
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| Hernani Lobato, presidente do SindMetau |
O TRT determinou que a LG entregue, em até 48
horas, dados detalhados dos gastos totais com os empregados da empresa, em outubro e novembro de 2015,antes das
453 demissões na unidade. As informações vão amparar um nova audiência de conciliação entre o
sindicato e a multinacional, agendada para a próxima quinta-feira (28), às 14h,
no Tribunal Regional do Trabalho (TRT), em Campinas (SP).
A audiência
desta terça (26) no tribunal durou quase 2 horas terminou sem acordo. O
Sindicato dos Metalúrgicos de Taubaté
(SindMetau) quer a reversão das dispensas e a LG vem alegando que a
proposta é inviável. As
demissões estão suspensas pela Justiça desde o mês passado. Não há
prazo para decisão sobre o futuro dos trabalhadores.
Nesta última
audiência, o desembargador Samuel Hugo Lima, determinou que a empresa forneça
os seguintes dados adicionais: informações sobre os gastos totais dos
empregados em outubro e novembro de 2015 de forma discriminada, ou seja, conta
por conta. O tribunal avalia a possibilidade da LG aderir ao Programa de
Proteção ao Emprego, que reduz salários e jornada.
Antes, a
empresa já havia fornecido informações financeiras - os dados são sigilosos e
ficaram disponíveis apenas à direção do Sindicato dos Metalúrgicos de Taubaté,
que representa os trabalhadores.
Hernani Lobato, presidente do SindiMetau afirmou que o desembargador pediu que as partes levem propostas para tentar um acordo.
Questionado sobre o impasse Lobato foi taxativo: "Nós [sindicato] já fizemos várias propostas, como a reversão total ou parcial das demissões, PPE, layoff [suspensão dos contratos de trabalho] e a LG negou. Cabe à empresa apresentar novas ideias de como resolver o problema. Se isso não acontecer, nós vamos para o julgamento
A LG foi procurada para comentar a audiência desta terça, mas não retornou até a publicação desta reportagem.
A LG
produz em Taubaté televisores, monitores e celulares. A unidade emprega
cerca de 1,5 mil trabalhadores. A multinacional alega que a crise econômica provocou
queda nas vendas do setor e atualmente utiliza apenas 30% de sua capacidade
produtiva - o que justificaria a dispensa de cerca de um quarto do efetivo em
dezembro de 2015.
FORD QUER ADESÃO AO PPE
A Ford
solicitou ao ao Ministério do Trabalho e Emprego adesão ao Programa de Proteção
ao Emprego (PPE) na manhã desta segunda-feira (26). Caso aprovada, a previsão é
que a medida passe a valer a partir de março, segundo a multinacional.
Essa
proposta prevê a redução de 20% no salário e na jornada de trabalho aos
funcionários da planta - cerca de 1,5 mil. No rendimento mensal, o governo
daria contrapartida de 10% por meio do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) -
com isso, os empregados receberiam 90% do salário mensal.
O pedido ainda depende de aprovação do governo, que vai analisar a documentação e as condições financeiras da multinacional para avaliar se é necessária a aplicação do programa – para adesão é necessário comprovar que a unidade passa por dificuldades financeiras. A pasta tem 15 dias para a análise e aprovação.
O Sindicato dos
Metalúrgicos de Taubaté (SindMetau), que representa os funcionários, informou
que a medida passaria a valer a partir de 29 de fevereiro, por seis meses.
O PPE foi aprovado pelos trabalhadores em assembléia no
dia 9 de dezembro. Na ocasião, a montadora vinha anunciando um excedente de 300
operários.
Para evitar
demissões, a Ford adotou em 2015 uma série de medidas para adequar a produção à
demanda do mercado. Entre elas estão férias coletivas, suspensão dos contratos de trabalho 'layoff'. Mesmo
assim, em março do ano passado, a multinacional demitiu 140 pessoas.
segunda-feira, 25 de janeiro de 2016
SINDMETAU E LG: AMANHÃ, TERÇA-FEIRA (26), NOVA RODADA DE NEGOCIAÇÃO NO TR
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| HERNANI LOBATO, PRESIDENTE DO SINDMETAU |
Representantes do Sindicato e da empresa se reúnem no Tribunal terça-feira
(26)
Amanhã, terça-feira (26),
representantes do SindMetau e da LG se reúnem no Tribunal Regional do Trabalho
(TRT), às 10h, para uma nova rodada de negociação sobre
as 453 demissões na empresa coreana em dezembro. As demissões estão suspensos pela
Justiça e o sindicato cobra a readmissão do grupo.
Após determinação do desembargador do TRT, Samuel
Lima, a LG apresentou balanços financeiros complementares ao TRT para tentar
comprovar que enfrenta dificuldades financeiras - essa foi a alegação da
empresa coreana para demitir os
trabalhadores.
O SindMetau teve prazo de dez dias, encerrado sexta-feira (22), para analisar os
dados, que são sigilosos, e propor alternativas para reverter as demissões.
Segundo o
SindMetau, o documento encaminhado ao TRT propõe a readmissão dos trabalhadores
e a adoção do Programa de Proteção ao Emprego (PPE) ou a suspensão dos
contratos de trabalho 'layoff'.
Caso não haja
acordo, o caso pode ser levado à julgamento. Após o voto do relator do caso, a
decisão é submetida a um colegiado da Seção de Dissídios Coletivos do TRT.
Em dezembro, uma audiência entre o sindicato e a LG terminou sem acordo. Inicialmente a entidade pediu a reversão de todas as demissões, mas diante da negativa da multinacional, sugeriu a reversão da metade dos cortes. A proposta também foi recusada.
Em dezembro, uma audiência entre o sindicato e a LG terminou sem acordo. Inicialmente a entidade pediu a reversão de todas as demissões, mas diante da negativa da multinacional, sugeriu a reversão da metade dos cortes. A proposta também foi recusada.
Enquanto a
situação continua indefinida, os ex funcionários reclamam de
prejuízos. Isso porque
estão há mais de um mês sem salário e impedidos de procurar um novo emprego.
Com a
determinação do TRT de suspender as demissões, as homologações estão suspensas
e, consequentemente, o acesso dos funcionários a benefícios como seguro
desemprego e liberação do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS)
bloqueado.
A empresa foi procurada e confirmou apenas a data e horário da audiência. A LG não se manifestou sobre a intenção do sindicato de reverter as dispensas.
A empresa foi procurada e confirmou apenas a data e horário da audiência. A LG não se manifestou sobre a intenção do sindicato de reverter as dispensas.
sábado, 23 de janeiro de 2016
TRT: LG E SINDMETAU NOVA RODADA DE NEGOCIAÇÃO
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| Hernani Lobato, presidente fazer SindMetau |
Sindicato a empresa se reúnem no Tribunal terça-feira
(26)
Na terça-feira (26) O SindMetau e a LG
se reúnem no Tribunal Regional do Trabalho (TRT), às 10h, para uma nova rodada
de negociação sobre as 453 demissões na empresa coreana em dezembro.
As demissões estão suspensos pela Justiça e o sindicato cobra a
readmissão do grupo.
Após determinação do desembargador do TRT, Samuel
Lima, a LG apresentou balanços financeiros complementares ao TRT para tentar
comprovar que enfrenta dificuldades financeiras - essa foi a alegação da
empresa coreana para demitir os
trabalhadores.
O SindMetau teve prazo de dez dias, encerrado sexta-feira (22), para analisar os
dados, que são sigilosos, e propor alternativas para reverter as demissões.
Segundo o
SindMetau, o documento encaminhado ao TRT propõe a readmissão dos trabalhadores
e a adoção do Programa de Proteção ao Emprego (PPE) ou a suspensão dos
contratos de trabalho 'layoff'.
Caso não haja
acordo, o caso pode ser levado à julgamento. Após o voto do relator do caso, a
decisão é submetida a um colegiado da Seção de Dissídios Coletivos do TRT.
Em dezembro, uma audiência entre o sindicato e a LG terminou sem acordo. Inicialmente a entidade pediu a reversão de todas as demissões, mas diante da negativa da multinacional, sugeriu a reversão da metade dos cortes. A proposta também foi recusada.
Em dezembro, uma audiência entre o sindicato e a LG terminou sem acordo. Inicialmente a entidade pediu a reversão de todas as demissões, mas diante da negativa da multinacional, sugeriu a reversão da metade dos cortes. A proposta também foi recusada.
Enquanto a
situação continua indefinida, os ex funcionários reclamam de prejuízos.
Isso porque estão há mais de um mês sem salário e impedidos de procurar um novo
emprego.
Com a
determinação do TRT de suspender as demissões, as homologações estão suspensas
e, consequentemente, o acesso dos funcionários a benefícios como seguro
desemprego e liberação do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS)
bloqueado.
A empresa foi procurada e confirmou apenas a data e horário da audiência. A LG não se manifestou sobre a intenção do sindicato de reverter as dispensas.
A empresa foi procurada e confirmou apenas a data e horário da audiência. A LG não se manifestou sobre a intenção do sindicato de reverter as dispensas.
quinta-feira, 21 de janeiro de 2016
Concurso oferece 20 vagas para tutor em educação a distância Inscrições
acontecem entre 21/01 e 14/02 e os salários serão de R$ 1.224,30.
A Empresa de Pesquisa, Tecnologia e Serviços (EPTS) da Universidade de Taubaté (UNITAU), responsável administrativa e financeira pelo Programa de Educação a Distância da UNITAU, está com inscrições abertas para o Processo Seletivo de provas e títulos para formação de cadastro de reserva de tutores eletrônicos para o Programa. A íntegra do edital está disponível aqui.
Os tutores eletrônicos atuam nos cursos de Licenciatura (Ciências Biológicas, Química, Física, Filosofia, Geografia, História, Artes visuais, Matemática, Sociologia, Pedagogia, Letras) e de Tecnologia (Agroecologia, Agronegócio, Gestão de recursos humanos, Gestão comercial, Processos gerenciais e logística), além da disciplina de Libras (Língua Brasileira de Sinais), presente em todos os cursos.
A remuneração é de R$1.224,30 por uma jornada de 24 horas semanais, a qual pode ser ampliada, de acordo com cronograma estabelecido pela Coordenação Pedagógica, até 44 horas semanais.
Os interessados devem se inscrever pelo site da EPTS entre os dias 21 de janeiro e 14 de fevereiro de 2016, efetuando o pagamento da taxa de inscrição, no valor de R$70,00, até o dia 15 de fevereiro de 2016.
Os títulos deverão ser entregues pessoalmente ou por procurador oficialmente instituído, durante o período de inscrição, na sede da EPTS, à Rua Visconde do Rio Branco, 109, Centro, Taubaté-SP.
A prova objetiva, composta por 50 questões de múltipla escolha, será realizada no dia 28 de fevereiro de 2016, às 9h, no Departamento de Ciências Sociais e Letras da UNITAU, na Rua Visconde do Rio Branco, nº 22, Centro, Taubaté-SP.
Mais informações pelos telefones (12) 3629-2998 ou (12) 3622-2277, no Setor de Concursos.
sexta-feira, 15 de janeiro de 2016
VOLKS: FUNCIONÁRIOS VOLTAM AO TRABALHO
Após 45 dias de férias coletivas os funcionários da
Volkswagen de Taubaté retornaram ao trabalho nesta quarta-feira (14). A empresa
não divulgou quantos trabalhadores retornaram.
O Sindicato
dos Metalúrgicos (SindMetau), informou que os funcionários estavam afastados da empresa
desde o último dia 18 de dezembro. As férias coletivas envolveu trabalhadores
de todos os setores da unidade.
A medida teria
como objetivo adequar a produção à demanda do mercado. Além de férias
coletivas, a Volkswagen adotou outros mecanismos como Programa de Demissão
Voluntária (PDV) e suspensão temporária dos contratos de trabalhos para evitar
demissões.
Além dessas
medidas, a fábrica de Taubaté também aderiu em novembro ao Programa de Proteção
ao Emprego (PPE), que reduz a jornada e os salários dos trabalhadores. Ao todo,
a redução na jornada afeta cerca de 3,7 mil funcionários da fábrica.
Não estão inclusos no programa profissionais como bombeiros, segurança patrimonial, manutenção, sub-estação, casa de máquinas e manutenção da pintura.
Não estão inclusos no programa profissionais como bombeiros, segurança patrimonial, manutenção, sub-estação, casa de máquinas e manutenção da pintura.
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