segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Pagamento recorrente: um avanço para o e-consumidor

 Marcelo Coelho, Diretor Geral do MercadoPago
Os meios de pagamentos online que existem no Brasil ainda estão em processo de consolidação no mercado. Muitos consumidores desconhecem os benefícios que podem ter ao abrir uma conta gráfica – que é como chamamos as carteiras/contas online – para fazer compras e transações online. Algumas empresas, como o MercadoPago, já oferecem diversas opções de pagamentos online e uma das últimas novidades que promete se tornar cada vez mais popular é o pagamento recorrente.
Notamos que a tendência dos meios de pagamentos online é focar na experiência do consumidor e não somente nas vantagens que oferecem aos empresários. Um bom exemplo é ofertar o pagamento recorrente. Mas o que isso significa? Ele dá ao comprador alguns benefícios como a autorização de pagamentos no cartão de crédito por meio do acesso à conta gráfica. Na prática, se hoje suas contas como assinatura de internet, de jogos, de revistas e até compras parceladas são debitadas pela administradora do cartão de crédito você pode pedir a mudança para pagamento recorrente atrelado a sua conta gráfica, por exemplo. Isso dá muito mais controle ao consumidor.  E qual a vantagem de usar esta ferramenta?
A vantagem é a comodidade de controlar de perto seus pagamentos, principalmente em caso de cancelamentos, mudança no tipo de plano, entre outros, e, além disso, é bem mais fácil comprar de sites que ofereçam o pagamento recorrente, evitando assim ter que digitar todos os seus números de cartão de crédito, data de aniversário, senhas e tantos outros caracteres. As empresas de pagamento online estimam que uma compra na internet pelo processo normal leva até cinco minutos, com exigência de digitação de, em média, 240 caracteres, enquanto que pelo pagamento recorrente é possível executar a operação em poucos segundos, em alguns casos usando apenas um clique.
O pagamento recorrente é o oposto da assinatura recorrente, já que quem está no controle é o consumidor.  O Brasil ainda possui um mercado pequeno, do ponto de vista do lojista e do programador quando falamos em meio de pagamento recorrente. Desde que abriu suas APIs, em outubro do ano passado, o MercadoPago vem sentindo uma forte demanda dos vendedores para integrarem o pagamento recorrente em seus sites de comércio eletrônico.
E o próximo movimento que tende a se consolidar é o pagamento recorrente via mobile. A opção tem caído no gosto dos internautas, principalmente dos que gostam de jogos online e aplicativos para pagamento de táxi, restaurante, etc. Dados da Pyramid Research, empresa especializada em estudos de mercado para mídia e tecnologia, mostram que 22% dos acessos móveis à internet vêm da América Latina.
É bom deixar claro que embora facilite a vida do consumidor, o pagamento recorrente também é vantajoso para o vendedor por ser de fácil integração, otimizando a operação de checkout (finalização da compra), e consequentemente, resultando na geração de mais vendas.

sábado, 28 de setembro de 2013

Justiça Federal recupera R$ 38,3 milhões em conciliações sobre SFH



Nos últimos dois meses, os cinco Tribunais Regionais Federais recuperaram R$ 38,330 milhões de recursos do antigo Sistema Financeiro de Habitação (SFH), por meio de 890 acordos firmados em mutirões de audiências de conciliação, segundo levantamento feito pela Empresa Gestora de Ativos (Emgea).
Esse resultado foi possível graças ao cumprimento de 51% da meta estabelecida pela Corregedoria Nacional de Justiça para o segundo semestre em relação a conflitos judiciais envolvendo o SFH. Já foram designadas 2.476 das 4.900 audiências sobre financiamento habitacional que devem ocorrer até o final do ano.
Os 890 acordos que possibilitaram a recuperação de quase R$ 40 milhões correspondem à obtenção de êxito em 60% das audiências finalizadas até 23 de setembro último.
A meta para o segundo semestre foi fixada após entendimentos do conselheiro Guilherme Calmon, incumbido pela Corregedoria de coordenar as ações de conciliação na Justiça Federal, com representantes dos TRFs, da Caixa Econômica Federal, da Advocacia Geral da União e da Emgea, empresa que faz o acompanhamento sistemático das conciliações.
O Tribunal Regional Federal da 1ª Região obteve o melhor desempenho, comparado aos outros quatro TRFs, tanto em valores absolutos quanto relativos. Naquele tribunal, foram designadas 76% das 1.550 audiências sobre o SFH que devem ser realizadas até dezembro e assegurada a recuperação de R$ 17,839 milhões em 440 acordos. Esses acordos foram firmados em cinco estados: Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso, Maranhão e Pará.
Os dados foram consolidados pela Emgea, empresa que faz o acompanhamento sistemático do cumprimento dessa meta. Os cinco TRFs estão desde março de 2011 empenhados na promoção de audiências de conciliação. O objetivo é antecipar a solução de conflitos judiciais, para acelerar o retorno de recursos financeiros ao FGTS e consequentemente permitir novos financiamentos de imóveis.
Ao todo, a Justiça Federal deverá realizar até dezembro próximo 15.450 audiências de conciliação para tratar de processos relativos a diversos temas. Além de financiamento do antigo SFH, as ações que serão alvo de mutirões de audiência também envolvem imóveis adjudicados, empréstimos, contratos bancários e tarifas bancárias. A meta inclui ainda centenas de ações de interesse da União nos juizados especiais federais.

terça-feira, 24 de setembro de 2013

POR QUE O PREFEITO TUCANO TEM MAIORIA FOLGADA NA CM?

IRANI LIMA

A Câmara Municipal de Taubaté tem 19 vereadores – a esmagadora maioria (11) pertence à base do governo, outros cinco votam de acordo com suas conveniências políticas (quase sempre a favor) e apenas três fazem oposição a Ortiz Junior, prefeito cassado pela Justiça Eleitoral em primeira instância.

A base governista, como se convencionou chamar, pode levar um solavanco caso o TRE (Tribunal Regional Eleitoral), na sessão da tarde desta terça-feira (24/09), acate o recurso do Ministério Público Eleitoral e mande a Justiça Eleitoral de Taubatédesarquivar e julgar a ação judicial eleitoral proposta pelo MPE por prática delavagem de dinheiro que teria ocorrido na campanha eleitoral de Ortiz júnior.

Há parecer da Procuradoria Regional Eleitoral favorável à reabertura do processoAIJE nº 952-92.2012.6.26.0141, que pode ser lida aqui.

Partindo-se da hipótese que o TRE determine a abertura do processo eleitoral contra Ortiz Junior, isto significa que a Justiça Eleitoral (leia-se, Dra. Sueli Zeraik) terá que ouvir testemunhas de acusação e de defesa no caso de lavagem de dinheiro denunciada pelo MPE em dezembro do ano passado, nove dias antes da diplomação do prefeito, vice-prefeito e vereadores eleitos em 2012.

Será interessante ouvir o que tem a dizer o engenheiro Chico Oiring,  autor decorajoso depoimento ao MP da Capital sobre formas de financiamento da campanha. o depoimento de Chico Oiring à 4ª Promotoria do Patrimônio Público da Capital foi publicado neste blog no dia 2 de maio.

É de arrepiar! Segundo Chico Oiring, o dinheiro depositado para a campanha tucana por vários contribuintes, entre os quais o próprio engenheiro, saíram, pasmem!, do caixa da campanha tucana, isto é, o dinheiro saía e voltava para o mesmo cofre.

De repente, pelo menos nove dos onze vereadores da bancada governista poderão ser chamados para depor na Justiça Eleitoral para explicar os compromis$$os assumidos com o então pré-candidato tucano pelo menos um antes do inicio oficial da campanha.

É de chorar! A decepção é maior quando se sabe que um dos vereadores não recebia o apoio direto na boca do caixa. A secretária ia em seu lugar. O comprometimento da bancada governista com o prefeito cassado é tanto que eles jamais deixarão de aprovar projetos do Executivo como, por exemplo, empreendimentos imobiliários sem qualquer planejamento.

Aguardemos o resultado da plenária de hoje do TRE. Se depender do parecer do procurador regional eleitoral, que pode ser lido aqui, a ação de investigação judicial eleitoral será reaberto e a fogueira que arde no palácio do Bom Conselho pode atingir a Casa Dr. Pedro Costa. Deve ter muito nobre edil fazendo figa com os dedos. Que sufoco!

sábado, 21 de setembro de 2013

Volkswagen duplica produção da Kombi Last Edition



  • Devido à grande demanda, volume da série especial passará de 600 para 1.200 unidades
  • Versão traz itens exclusivos como pintura “saia e blusa” e acabamento interno de luxo, tem preço sugerido de R$ 85.000
  • Unidades serão numeradas e terão placa de identificação
  • Edição marca o encerramento da produção da Kombi no Brasil
 
A Volkswagen do Brasil irá duplicar o volume de produção previsto para a série especial Last Edition da Kombi, devido à grande demanda pela edição. A produção limitada passará de 600 para 1.200 unidades, que são oferecidas pelo preço sugerido de R$ 85.000.
A edição traz itens exclusivos como pintura tipo “saia e blusa”, acabamento interno de luxo e elementos de design que remetem às inúmeras versões do veículo fabricadas no País desde 1957. As unidades serão numeradas e terão placa de identificação.
A pintura da Kombi Last Edition é azul, com teto, colunas e para-choques brancos. Uma faixa decorativa, também branca, circunda todo o veículo logo abaixo da linha de cintura. As rodas e as calotas são pintadas de branco.
A grade dianteira superior é também pintada na cor azul da carroceria, assim como as molduras das setas e aros dos faróis.
Os pneus com faixa branca dão um toque a mais de requinte e nostalgia ao modelo. Os vidros são escurecidos e o vigia traseiro tem desembaçador elétrico. As setas dianteiras têm lentes de cristal branco. Nas laterais também se destacam os adesivos que identificam a série especial "56 anos – Kombi Last Edition".
Interior – tratamento especial
O interior da Kombi Last Edition mereceu cuidados especiais, começando pelas cortinas em tear azul nas janelas laterais e no vigia traseiro – as braçadeiras trazem o logotipo ‘Kombi’ bordado, um elemento de decoração típico das versões mais luxuosas das décadas de 1960 e 1970.
Os bancos têm forração especial de vinil: bordas em Azul Atlanta e faixas centrais de duas cores (azul e branca). As laterais e as costas dos assentos têm acabamento de vinil expandido Cinza Lotus. O modelo tem capacidade para 9 ocupantes.
O revestimento interno das laterais, portas e porta-malas também é de vinil Azul Atlanta, com costuras decorativas pespontadas. O assoalho e o porta-malas são recobertos por tapetes com insertos em carpete dilour Basalto, mesmo material que reveste o estepe. O revestimento do teto é em material não tecido Stampatto.
No painel, um dos destaques é a plaqueta de alumínio escovado que identifica a série especial, com o número correspondente a uma das 1.200 unidades. Por exemplo: a primeira unidade levará a placa “0001/1.200”.
Além disso, o painel traz serigrafia especial do quadro de instrumentos, que mantém o tradicional padrão com o velocímetro em posição central e, à direita, o mostrador do nível de combustível. O sistema de som tem LEDs vermelhos, lê arquivos MP3 e possui entradas auxiliar e USB.
Dentro do porta-luvas, o comprador encontrará o manual do proprietário com uma capa especial comemorativa. A Kombi Last Edition será acompanhada, também, por um certificado especial atestando sua autenticidade.
O modelo é equipado com o motor EA111 1.4L Total Flex, que desenvolve potência de 78 cv quando abastecido com gasolina e de 80 cv com etanol, sempre a 4.800 rpm. O torque máximo é de 12,5 kgfm com gasolina e de 12,7 kgfm com etanol, a 3.500 rpm. O câmbio é manual de 4 marchas. As rodas são de 14 polegadas, com pneus 185 R14C.
Fatos sobre a Kombi
A Kombi foi idealizada pelo holandês Ben Pon na década de 1940, que projetou a combinação do confiável conjunto mecânico do Volkswagen Sedan em um veículo de carga leve. O nome Kombi é uma abreviação, adotada no Brasil, para o termo em alemão Kombinationsfahrzeug, que em português significa “veículo combinado” ou “combinação do espaço para carga e passeio”. Na Alemanha o modelo recebeu o nome VW Bus T1 (Transporter Número 1).
Com estrutura leve, do tipo monobloco, e carroceria em forma de “caixa”, a Kombi oferecia amplo espaço interno abrigado e capacidade para transportar uma tonelada de carga. Ao mesmo tempo, era um veículo muito fácil de manobrar. Resistente, econômico e de mecânica simples, foi amplamente aceita no mercado nacional.
Além das versões com janelas traseiras de vidro ou furgão, a Kombi também foi fabricada como pick-up, com cabine simples ou cabine dupla.
Um dos pontos fortes em sua comercialização sempre foi a fácil adaptação para os mais diversos tipos de uso: a Kombi foi usada como ambulância, viatura policial, veículo do Corpo de Bombeiros, veículo de lazer, escritório volante, biblioteca circulante, carro funerário, lanchonete e até carro de reportagem de televisão e rádio, entre muitas outras versões.
Nos últimos anos, mesmo com a concorrência de vans maiores lançadas no mercado brasileiro, a Kombi continuou merecendo a preferência de muitos clientes. Desde setembro de 1957 até setembro de 2013 foram produzidas mais de 1.560.000 unidades do modelo na fábrica de São Bernardo do Campo.
Hotsite
A empresa também vai lançar, neste sábado (21/9), uma campanha publicitária que homenageia a Kombi. Criada pela AlmapBBDO, ela conta também com um hotsite – o www.vw.com.br/kombi, no qual usuários e fãs da Kombi poderão contar histórias vividas com o veículo, enviando textos, fotos ou vídeos que uma vez publicadas farão parte do hotsite.
Para informações sobre a Volkswagen do Brasil, acesse: www.imprensavw.com.br

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

CNJ E OAB QUEREM A INTERNET EM TODO O BRASIL

Provocado pelo Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), o Comitê Gestor do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que coordena o Processo Judicial eletrônico (PJe), considera a possibilidade de levar ao Poder Executivo federal a reivindicação para que sejam cumpridas as metas de implantação do serviço de internet, em banda larga, no Brasil. A questão foi discutida na semana passada, no CNJ, a partir do questionamento da OAB quanto à disponibilidade de conexão para os advogados nas instalações da Justiça localizadas do interior do país.

A minuta da resolução que disciplinará o uso do sistema PJe no Brasil é de relatoria do conselheiro Rubens Curado. Entre outros assuntos, o documento apresenta regras sobre a distribuição de processos e implantação do sistema nos tribunais, a fim de conceder mais segurança aos advogados em relação ao processo eletrônico. Embora exista a Lei nº 11.419/06, que disciplina a informatização do processo judicial, há pontos que geram dúvidas nos profissionais, considerando-se as diferentes interpretações de cada tribunal. A resolução a ser editada pelo CNJ surge para evitar que o PJe apresente esses problemas.

Cabe ao Comitê Gestor do CNJ a produção de sugestões que serão encaminhadas ao relator Rubens Curado, a fim de que ele, caso as considere viáveis, inclua os pontos na proposta de minuta. O conselheiro submeterá o texto à aprovação do Plenário do CNJ, ocasião em que a norma, se aprovada, receberá um número e, partir de então, deverá ser seguida por todo o Judiciário brasileiro.
O Comitê é formado por dois juízes estaduais, dois juízes do trabalho, dois federais, dois da Justiça Eleitoral e um da Justiça Militar Estadual, além de representantes indicados pelo Conselho Nacional do Ministério Público, pelo Conselho Federal da OAB, pela Advocacia-Geral da União e pela Defensoria Pública da União. O comitê toma as decisões sobre o desenvolvimento do PJe e auxilia cada segmento na definição das políticas de capacitação, implantação e manutenção do sistema.
Definição de requisitos - Na reunião da semana passada, foi aprovada a realização de um pedido à OAB para que indique um grupo de advogados definidores de requisitos do PJe. Eles apresentarão especificações quanto às funcionalidades do sistema entendidas pela classe como necessárias, a fim de que o CNJ conheça as dificuldades enfrentadas com a sua utilização e tome providências para saná-las.
“Com o Processo Judicial eletrônico (PJe), nós conseguimos fazer com que o processo judicial tramite mais rapidamente e que a espera pela decisão final seja menor”, ressaltou o coordenador do Comitê e juiz auxiliar da Presidência do CNJ, Paulo Cristovão Filho. Ele observou que houve um aumento do número de processos em trâmite na Justiça brasileira, em especial no Tribunal de Justiça do Estado de Pernambuco (TJPE), onde o ajuizamento de ações cresceu quatro vezes. Para o magistrado, tal situação indica que as pessoas têm confiado mais no Judiciário, além de terem a oportunidade de demandar mais facilmente. “Foi reduzida a dificuldade de acesso ao Judiciário com a chegada do processo eletrônico, o que estimulou o cidadão a efetivamente buscar seus direitos”, observou.
O Processo Judicial Eletrônico (PJe) é um sistema de tramitação de processos judiciais cujo objetivo é atender às necessidades dos diversos segmentos do Poder Judiciário brasileiro (Justiça Militar da União e dos estados, Justiça do Trabalho e Justiça Comum, Federal e Estadual). Há outros sistemas de processos eletrônicos que foram produzidos pelos próprios tribunais, alguns com a ajuda de empresas especializadas. No entanto, a resolução sobre a matéria, que será editada futuramente pelo CNJ, diz respeito apenas ao PJe. “Esses sistemas têm que ser tratados individualmente”, salientou Paulo Cristovão.
“Cada tribunal tem a sua autonomia, mas desejamos mostrar que o PJe é uma alternativa boa, barata, única, eficiente, de fácil acesso para os advogados e para os tribunais. Uma vez instalado o PJe, caberá aos tribunais tomar a decisão de unificar o sistema”, explicou.

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

NOTA OFICIAL - AMBULANTES

A Prefeitura de Taubaté informa que em reunião realizada na tarde desta 
terça-feira, dia 17, com os vendedores ambulantes do município, foi 
fechado com o grupo uma nova localidade para que as barracas sejam 
instaladas, dentro do projeto do município de desobstruir os passeios 
públicos do centro da cidade.

Depois de avaliação da administração municipal, o local oferecido e 
aceito pelos vendedores ambulantes é a Praça Paula Toledo, 
especificamente em frente à barraca de coco descendo a rua lateral, 
margeando o Mercado Municipal.

Foi acordado também com os vendedores ambulantes que as bancas deverão 
ser adequadas para no máximo 1,5 m de largura, para que todos possam se 
acomodar no espaço.

Os vendedores ambulantes terão até a próxima segunda-feira, dia 23, 
para a adequação das barracas no tamanho apropriado, no entorno do 
mercado.

Os ambulantes decidiram que organizarão um sorteio entre eles para 
definir a distribuição das bancas.

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

BAND OF BROTHERS

SE VOCÊ TIVER PACIÊNCIA ASSISTA

Band of Brothers (no BrasilIrmãos de Guerra e em PortugalIrmãos de Armas) é uma minissérie de televisão que conta a história da Easy Company, integrante da 101ª Divisão Aerotransportada do Exército dos Estados Unidos, na Segunda Guerra Mundial. Co-produzida por Tom Hanks e Steven Spielberg, foi lançada pela HBO em 2001 e continua sendo exibida em diferentes canais de televisão ao redor do mundo.
A minissérie destaca-se, dentre vários motivos, pelos esforços em sua ambientação e veracidade. Um exemplo: para reproduzir com maior fidelidade os campos de batalha da Segunda Guerra Mundial, foram necessários mais de 10 mil atores extras, cerca de 700 armas autênticas, 400 armas de borracha e cerca de 14 mil caixas de munição em cada dia de filmagem. Além disso,tanques da Segunda Guerra foram restaurados, um avião C-47 autêntico foi usado e a vila que serviu como cenário para 11 cidades européias tinha o tamanho de nove campos de futebol americano. A série teve custos de produção e cenários mais caros que os do filme O Resgate do Soldado Ryan; a produção custou cerca de US$ 125 milhões e demorou 9 meses para ser finalizada, o que rendia à série o título de maior e mais cara já feita para a televisão, sendo batida em 2010 pela nova produção, sobre o mesmo assunto, de Tom Hanks e Steven Spielberg denominada The Pacific.
Baseado no livro de mesmo título, da autoria de Stephen E. Ambrose, a série narra a história da Companhia E (Easy Company) do 2º Batalhão do 506º Regimento de Infantaria Pára-quedista da 101ª Divisão Aerotransportada doExército dos Estados Unidos em sua campanha durante a Segunda Guerra Mundial. Tal Companhia participou da invasão dos exércitos americano e inglês na Normandia no dia 6 de Junho de 1944, o famoso Dia D, além da famosaOperação Market Garden e da Batalha do Bulge.
Sob a ótica dos combatentes, a série narra a campanha do regimento de para-quedistas americanos, desde sua preparação ainda em Toccoa, Estado daGeórgia nos Estados Unidos, até a captura do Ninho da Águia, fortaleza deHitler nos Alpes em Berchtesgaden.
Os eventos retratados na série são baseados em pesquisas de Ambrose e entrevistas gravadas com os veteranos da Easy Company. Algumas licenças literárias foram tomadas nos episódios, e outras diferenças a partir do livro são exibidas nos episódios1 . Todas as personagens retratadas na Série são baseadas em membros reais da Easy Company; alguns deles aparecem antes do começo dos episódios, em pequenas entrevistas/depoimentos. (Suas identidades, entretanto, só são reveladas no final do último episódio da série.)
Uma nova série de 10 partes dos criadores de Band of Brothers (Steven SpielbergTom Hanks e Gary Goetzman), chamada The Pacific , está sendo exibida pela HBO. A nova série será focada no Teatro de Operações do Pacífico.2