sábado, 22 de agosto de 2015

Volks divulga nota à Imprensa para pressionar trabalhadores Mas, não explica as demissões de 50 metalúrgicos...

As montadoras estão se utilizando do péssimo quadro econômico recessivo do nosso País para pressionar e desmantelar entidades sindicais com o objetivo óbvio de desestabilizá-las e com isso tirar o poder de fogo dos trabalhadores. A planta da Volks de Taubaté não fica no marasmo e divulga uma nota digna de análise pois a pressão em cima do Sindicato é óbvia, transparente. Tenta justificar seus erros e joga suas responsabilidades para a entidade. Acordos que firmou e que agora descumpre. O presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Taubaté (SindMetau), o jovem líder sindical Hernani Lobato utilizou todo o bom senso, transparência e honestidade durante as negociações. Sempre com o objetivo de manter os empregos na Volks de Taubaté. A greve foi uma decisão tomada em consequência da inabilidade ou falta de sensibilidade da empresa. Lobato e seus diretores  – democraticamente – tentaram de todas as maneiras evitar o enfrentamento. Mas, aparentemente, a Volks queria era isso mesmo. Radicalizar e deixar uma negociação unilateral, isto é, ela no comando. Ditatorial. Agora, emite essa nota como se todos nós  - cidadãos e trabalhadores – fôssemos os culpados por tudo que está acontecendo. Ora, senhora Volks , a nota promissória é da senhora e não dos trabalhadores.
Leiam a nota com atenção:







“Volkswagen do Brasil - Unidade fabril de Taubaté
Esclarecimento público
Com a forte retração nas vendas de veículos na indústria automotiva nacional em 2014 e nos primeiros sete meses de 2015, a previsão da Anfavea para esse ano é de queda de 20,6% nas vendas e de 17,8% na produção. A indústria deixará de vender mais de 700 mil veículos e de fabricar mais de 560 mil veículos neste ano, na comparação com 2014 - que já havia sido um ano de queda em relação a 2013. A indústria deverá utilizar neste ano menos da metade de sua capacidade instalada no Brasil, que é estimada em 5,6 milhões de veículos. Isto reflete em um elevado excedente de mão de obra nas empresas do setor, conforme também sinalizado pela Anfavea, uma vez que o número atual de empregados é de 136 mil pessoas para uma produção que deverá ficar no patamar de 2006 (2,7 milhões de veículos), quando o setor empregava 107,4 mil pessoas.
Especificamente com relação a unidade de Taubaté - uma das unidades mais modernas da Volkswagen do Brasil depois dos investimentos recebidos nos últimos anos - desde 2013 a Empresa tem adotado diversas medidas de flexibilidade, como férias coletivas, banco de horas, entre outras. Após a suspensão do 3º turno de produção no primeiro trimestre deste ano, a empresa também introduziu a suspensão temporária de contrato de trabalho (lay-off) para parte dos empregados. Porém, tais medidas não foram suficientes. Além disso, a unidade possui um nível de remuneração maior do que a média da região e das outras fábricas da empresa.
Há um Acordo Trabalhista vigente que foi estabelecido em premissas de mercado e vendas que não se confirmaram. Quando o acordo foi firmado, após anos de crescimento, a perspectiva era que a indústria automobilística atingisse mais de 4 milhões de unidades em 2015, mas o que ocorreu de fato foi uma retração para menos de 2,7 milhões. Considerando que a Volkswagen pauta suas Relações Trabalhistas em um modelo de diálogo permanente, e busca estabelecer condições para um futuro sustentável da unidade de Taubaté, a Empresa procurou o Sindicato para discussão de alternativas ao cenário apresentado.
As negociações se iniciaram há quatro meses, com apresentação, pela empresa, de diversas propostas de aditamento ao atual acordo, revisando condições neste estabelecidas e propondo novas com foco no equilíbrio financeiro da fábrica frente ao cenário atual de mercado e as projeções para 2015 e 2016. Após diversas conversas com a entidade sindical, a Empresa chegou a uma proposta consistente com objetivo de adequar o efetivo de pessoal e os custos trabalhistas de forma equilibrada e sustentável. Para adequação do efetivo, esta proposta contemplava a continuidade de Programas Voluntários com incentivo financeiro, Programas de Aposentadoria e também a internalização de algumas atividades para alocação de parte do excedente de pessoal. Com relação aos custos de pessoal elevados, foram propostas modificações nos conceitos de reajuste de salários e participação nos resultados, mas com modelos de compensação aos empregados, e com possibilidade de planejamento para todos. 
Lamentavelmente, a última proposta apresentada pela empresa foi rejeitada pelo sindicato e reprovada em assembleia pelos trabalhadores, sem a apresentação de alternativa suficiente frente ao cenário por parte da Entidade Sindical. 
Em razão da urgência do cenário, conforme previamente informado, a empresa teve que iniciar as medidas de adequação de custos com foco na sustentabilidade do negócio. No entanto, a entidade sindical decidiu deliberar pelo movimento grevista, o que apenas prejudica ainda mais a situação da fábrica de Taubaté. 
A empresa reforça que está disposta a discutir alternativas que verdadeiramente atinjam o equilíbrio necessário para o futuro da nossa unidade.
Volkswagen do Brasil”


E no jornal IN OFF
www.jornalinoff.com.br


sexta-feira, 21 de agosto de 2015

Sindicato aciona Justiça contra demissões na Volks em Taubaté

Hernani Lobato, presidente do SindMetau
Volks, linha de montagem


Dissídio coletivo foi protocolado no Tribunal Regional do Trabalho.
Audiência de conciliação será realizada no dia 25, em Campinas.


O Sindicato dos Metalúrgicos acionou a Justiça contestando as demissões realizadas no início desta semana na fábrica da Volkswagen em Taubaté (SP). O dissídio coletivo foi protocolado no fim da tarde desta quarta-feira (19) no Tribunal Regional do Trabalho.
No final da tarde desta quinta-feira, o TRT informou que a audiência de conciliação será realizada na próxima terça-feira (25), às 15h, em Campinas
De acordo com a entidade, a montadora descumpriu um acordo assinado em 2012 ao demitir cerca de 50 metalúrgicos na última segunda-feira (17). A empresa conta com cinco mil trabalhadores na planta de Taubaté que estão em greve desde o anúncio de demissões.
Em reunião realizada nesta quarta na Superintendência Regional do Trabalho e Emprego de São Paulo entre sindicalistas, diretores da Volks e representantes do Estado, a empresa teria alegado aos representantes da categoria que deveriam consultar a direção na Alemanha para reverter as demissões. Uma nova reunião deve ser marcada.
Greve
A greve teve início no mesmo dia em que 250 funcionários retornaram  do layoff - que durou cinco meses. A fábrica de Taubaté produz o modelo Up!, Gol e Voyage.
Na semana passada, os trabalhadores haviam rejeitado uma proposta da empresa para um novo acordo de trabalho, que incluía novos benefícios no plano de demissão voluntária e propunha a redução do tempo de aposentadoria, de 35 para 33 anos e seis meses de contribuição. O sindicato acredita que as demissões foram retaliações da proposta que não foi aprovada.
Outro lado
Por meio de assessoria de imprensa, a Volkswagen informou que não irá se pronunciar sobre a ação no TRT e que a unidade de Taubaté tem os custos mais altos da empresa no Brasil. O número de demitidos também não foi informado.

quinta-feira, 20 de agosto de 2015

Neneca agradece secretário por iluminação no Jardim Ana Emília

O vereador Luiz Henrique de Abreu “Neneca” (PDT) agradeceu ao secretário de Serviços Públicos, Alexandre Magno, pela iluminação feita no Jardim Ana Emília e nos demais bairros da região.
“Parabéns, Alexandre, temos muitas outras conquistas para os vereadores e população. Eles estão pagando pela taxa de iluminação, nada mais justo.”
Vôlei
Neneca destacou o desempenho da equipe de vôlei de Taubaté, pela conquista de dois títulos: nos Jogos Regionais e Supercopa São Paulo. “Em apenas dois anos, dois títulos. Acho que o vôlei está no caminho certo.”
Agradeceu ao prefeito Ortiz Junior (PSDB), ao secretário de Esportes, Cláudio Brazão “Macaé”, e à comissão técnica pelo trabalho desenvolvido com o time da cidade. “Parabéns pelo trabalho, este vereador sempre estará presente.”
Câmeras
Após ser procurado por moradores da Vila São José, o vereador Neneca requereu ao prefeito estudo para avaliar a possibilidade de implantação de câmera do COI (Centro de Operações Integradas) no largo da Inconfidência.
“Existe dificuldade no controle e fiscalização das pessoas que frequentam lugares públicos. Essas câmeras auxiliam nesse processo”, afirmou o parlamentar.
“Os moradores e comerciantes do bairro estão bastante temerosos com a falta de segurança na área e querem que essa providência seja tomada”, completou.
A praça da Inconfidência  está em uma área onde se encontra um grande número de escolas e creches, além do que o Pamo (Posto de Atendimento Médico e Odontológico) da Vila São José fica no local. “A câmera do COI beneficiará a região, pois monitorará o lugar e trará segurança à população”, concluiu Neneca


quarta-feira, 19 de agosto de 2015

Funcionários da Daruma param atividades como protesto em Taubaté

Funcionários da empresa de telecomunicações Daruma, em Taubaté, pararam os serviços por uma hora nesta terça-feira (18). Segundo trabalhadores, a empresa enfrenta problemas financeiros e deixou de fazer repasses de FGTS aos seus funcionários.
Segundo eles, desde 2012 a empresa não repassa o Fundo de Garantia. Além disso, os funcionários não receberam a Participação nos Lucros e Resultados (PLR), que deveria ser paga em junho. Em protesto, os trabalhadores pararam os serviços por uma hora.
O Sindicato dos Metalúrgicos informou que a empresa vem enfrentando problemas financeiros. A Daruma tem cerca de 350 funcionários e faz serviços no ramo de telefonia e informática.
Até a publicação desta reportagem, nenhum representante da empresa comentou o assunto.

segunda-feira, 17 de agosto de 2015

Metalúrgicos da Volks entram em greve contra demissões em Taubaté

Segundo sindicato, entre 50 e 100 funcionários foram desligados.
Volkswagen afirma em nota que a planta do Vale é a mais cara do Brasil.



Funcionários da planta de Taubaté da Volkswagen decretaram greve no início da tarde desta segunda-feira (17). A paralisação foi uma forma de protesto após alguns funcionários do primeiro turno receberem cartas de demissões, durante uma reunião entre o Sindicato dos Metalúrgicos e diretores da empresa.
Segundo estimativa do sindicato, o número de demissões varia entre 50 e 100. Representantes da categoria afirmam que todos os 2.500 trabalhadores do segundo turno cruzaram os braços na tarde desta segunda-feira.

A greve iniciou-se no mesmo dia em que 250 funcionários da Volkswagen voltaram ao trabalho após 
passarem cinco meses em layoff. Outro grupo de 120 funcionários também saiu em layoff no dia 27 de abril e o retorno às atividades estava previsto para setembro. A fábrica de Taubaté produz o modelo Up!, Gol e Voyage.

Na última semana, o sindicato já havia anunciado a possibilidade de deflagrar a greve caso a empresa fizesse desligamentos na unidade de Taubaté. Os trabalhadores também rejeitaram uma proposta da empresa para um novo acordo de trabalho, que incluía novos benefícios no plano de demissão voluntária e propunha a redução do tempo de aposentadoria, de 35 para 33 anos de contribuição.
Outro lado
Em nota, a Volkswagen não informa se houve demissões na fábrica de Taubaté. Mas ressalta que a unidade tem os custos mais altos da empresa no Brasil e "que todos os esforços não foram suficientes para adequar a produção à demanda do mercado". Confira abaixo a íntegra da nota enviada pela montadora.
“Em razão do cenário do setor automotivo, diversas medidas de flexibilização da produção foram aplicadas em 2015, como por exemplo férias coletivas, suspensão temporária dos contratos de trabalho (lay-off), shut down, entre outras. No entanto, todos os esforços não foram suficientes para adequar a produção à demanda do mercado. Com foco na melhoria de competitividade da fábrica frente ao cenário atual da indústria automobilística e as projeções para 2015 e 2016, a Volkswagenbuscou alternativas junto ao Sindicato, realizando desde Abril um processo de negociação para a composição de uma proposta que permitisse a adequação necessária da estrutura de efetivo e custos da unidade, que hoje são os mais altos da Volkswagen no Brasil. A Empresa apresentou uma proposta balanceada, que  contemplava a continuidade de formas de adequação de efetivo através de Programas Voluntários com incentivo, entre outras medidas. Apesar de a proposta não ter sido aprovada, continua urgente a necessidade de adequação de efetivo e otimização de custos para melhorar as condições de competitividade de Taubaté.”
Crise das montadoras
Nesta segunda-feira, a chinesa Chery anunciou férias coletivas para funcionários da fábrica de Jacareí, no interior de São Paulo. Segundo a empresa, cerca de 200 operários são afetados pela medida. O Sindicato dos Metalúrgicos diz que as férias abrangem até cerca de 300 pessoas.
Em São José dos Campos, também no interior paulista, a GM anunciou 798 demissões, e os funcionários começaram uma greve. Uma reunião no Tribunal Regional do Trabalho ainda nesta segunda-feira, irá definir a legitimidade da paralisação.


Após 5 meses em layoff, operários da Volks voltam ao trabalho em Taubaté

Ao todo, 250 trabalhadores estavam com contratos suspensos desde março.
VW alega que medida foi necessária para adequar produção à demanda.




Após cinco meses com os contratos suspensos temporariamente (layoff), 250 funcionários da Volkswagen, em Taubaté (SP), voltaram ao trabalho nesta segunda-feira (17).  O grupo estava com o contrato de trabalho suspenso desde março deste ano.
Segundo o Sindicato dos Metalúrgicos, a montadora alegou que a medida foi necessária para adequar a produção à demanda do mercado.

Além dos trabalhadores que retornaram à empresa nesta segunda, outro grupo de 120 funcionários também saiu em layoff no dia 27 de abril e deve voltar às atividades em setembro. A fábrica de Taubaté produz o modelo Up!, Gol e Voyage.

Crise
Na última semana, funcionários da fábrica da Volks, em Taubaté, ameaçaram fazer greve caso a montadora faça demissões na unidade. Os trabalhadores também rejeitaram uma proposta da empresa para um novo acordo de trabalho, que incluía novos benefícios no plano de demissão voluntária e propunha a redução do tempo de aposentadoria, de 35 para 33 anos de contribuição.

sábado, 15 de agosto de 2015

General Motors oficializa 798 demissões na planta de São José

Em comunicado oficial enviado no início da noite desta sexta-feira (14), a General Motors do Brasil oficializou que demitiu 798 funcionários na última semana na planta deSão José dos Campos. Segundo a empresa, todas as demissões foram feitas no dia 7 de agosto e não há previsão de novas demissões na unidade (leia a íntegra da nota ao final desta reportagem).
No comunicado a empresa afirma que esgotou todas as possibilidades e que o complexo de São José dos Campos não está competitivo. A queda de vendas e os estoques altos foram os motivos alegados para a montadora para o corte de pessoal, visando redução de custos.
Os funcionários da fábrica continuam em greve. A GM recorreu ao Tribunal Regional do Trabalho (TRT) e a legalidade da greve será julgada em uma audiência marcada para segunda-feira, em Campinas.

O Sindicato nega as acusações da empresa. "Estamos exercendo um direito constitucional de greve diante da empresa e fazendo abordagem dos poucos funcionários que aparecem para trabalhar, mas nenhum deles está impedido de entrar na fábrica. Mesmo com a pressão da General Motors, mantemos a greve pacífica", diz Antônio Barros, conhecido como Macapá, presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos.
Na manhã desta sexta-feira o Sindicato realizou uma manifestação que chegou a parar a Rodovia Presidente Dutra. Na nota, a empresa voltou a alegar que os sindicalistas voltaram a cometer agressões físicas e verbais, impedindo a entrada de funcionários que querem trabalhar.
Leia a nota da General Motors:
"A GM sempre procurou manter seus empregados e suas famílias bem informados sobre os fatos, principalmente para que todos estejam em sintonia com o presente e com o futuro.
Nesse momento estamos enfrentando o pior resultado para todos: as demissões e uma greve iniciada no dia 10/08,que mantém todos os portões bloqueados, impedindo a entrada de todos os empregados que desejam trabalhar. A empresa gostaria de tranquilizar os empregados e seus familiares, esclarecendo sobre alguns itens que estão sendo divulgados em relação ao atual momento e o futuro do Complexo de São José dos Campos., Este é um dos compromissos da GM: informar e valorizar a verdade!
01. A empresa já havia informado por diversas vezes que está passando por uma forte crise econômica e que o Complexo de São José dos Campos não está competitivo há algum tempo. As vendas caíram, os estoques estão altíssimos, temos uma fábrica de alto custo e estamos com excedente de pessoal.
02. Não faz parte da cultura GM demitir as pessoas sem antes esgotar as alternativas para a manutenção dos empregos, mkesmo nas situações mais adversas pelas quais já passou. Tudo que poderia ser feito, a empresa fez. Inclusive discutiu alternativas com o Sindicato por diversas vezes.
03. Foram utilizadas as alternativas de férias coletivas, compensações de jornadas (dayoff), layoff e PDVs.
04. Por tais razões, infelizmente, no dia 07/08/2015 foram desligados 798 empregados. E não é verdade que houve desligamentos após essa data, nem tampouco que o número é superior a este divulgado.
05. Não há previsão de outros desligamentos nesse momento.
06. No dia 12/08/2015, um Oficial de Justiça entregou ao Presidente do Sindicato, uma liminar que resumidamente, tem como objetivo conceder o direito para aqueles que queiram trabalhar, entrem em segurança e assumam seus postos de trabalho, mas o Sindicato não está cumprindo a determinação judicial.
07. No dia 14/08/2015, representantes da empresa acompanharam dois oficiais de justiça que chegaram na empresa para entregar aos representantes do Sindicato, uma nova notificação para desobstrução das entradas e ainda fazer uma constatação sobre o descumprimento da liminar.
08. Lamentavelmente, durante a entrega do documento, foram registrados atos agressivos verbais e físicos, contra os representantes da empresa e contra os Oficiais de Justiça mesmo na presença de policiais.
09. A empresa reconhece o direito à greve e manifestações, mas é inaceitável qualquer tipo de agressão, desrespeito às pessoas e impedimento ao direito de ir e vir com segurança.
Julgamos importante enviar essa mensagem nesse momento difícil, onde a violência e o culto ao medo parecem ser mais relevantes do que a reflexão e a razão. Pretendemos, assim, de forma bem transparente, apresentar a verdade sobre os fatos que infelizmente vem sendo distorcidos há algum tempo, em prol de interesses pessoais e políticos do Sindicato dos Metalúrgicos que nada tem que ver com o futuro da fábrica de São José dos Campos no longo prazo e a consequente manutenção dos nossos empregos.
Reflita sobre os fatos e tome a melhor decisão para você e sua família.
General Motors do Brasil. 14 de agosto de 2015"