sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

Anfavea divulga o balanço da indústria automobilística em 2014

 Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores, Anfavea, divulgou na quinta-feira, 8, o desempenho do setor automotivo em 2014, incluindo automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus e máquinas autopropulsadas. Segundo o balanço, o licenciamento de autoveículos apresentou retração de 7,1% com 3,50 milhões de unidades comercializadas no ano contra 3,77 milhões em 2013.

Na comparação mensal o licenciamento de autoveículos no último mês de 2014, com 370 mil unidades, cresceu 25,6% sobre as 294,7 mil de novembro do mesmo ano e aumentou 4,6% sobre dezembro de 2013, quando o mercado absorveu 353,8 mil autoveículos. Para o presidente da entidade, Luiz Moan Yabiku Junior, vários fatores interferiram nos resultados:

“Em 2014 enfrentamos uma série de desafios, como a forte seletividade na concessão de crédito, feriados em razão de grandes eventos e cenário complexo no comércio exterior. Contudo, o segundo semestre já apresentou recuperação do licenciamento e produção. Para 2015 esperamos um primeiro semestre difícil, mas os ajustes promovidos nos levarão a um resultado equilibrado, no mínimo com desempenho igual a 2014”.

Os dados apontam que o volume de produção, com 3,15 milhões de unidades de janeiro a dezembro, diminuiu 15,3% se comparado com as 3,71 milhões de unidades de igual período de 2013. Apenas em dezembro foram fabricados 203,8 mil produtos, 11,8% menor do que as 230,9 mil de dezembro de 2013 e 23,1% abaixo de novembro do ano passado.

Nas exportações a retração foi de 40,9%, na comparação das 334,5 mil unidades do ano passado contra as 566,3 mil de 2013. Os números da análise mês a mês mostram que dezembro de 2014, que registrou 23,7 mil autoveículos exportados, foi 8,7% menor do que o mês anterior – 26 mil – e 45,2% abaixo das 43,3 mil do mesmo mês de 2013.

Veículos pesados
O segmento de caminhões encerrou 2014 com 13,7 mil unidades licenciadas no último mês do ano, superior em 12,6% sobre novembro, com 12,2 mil, e abaixo em 5% com relação as 14,4 mil de dezembro de 2013. O desempenho contribuiu para que 2014 terminasse com 137,1 mil caminhões licenciados, retração de 11,3% sobre as 154,6 mil do ano anterior.

O recuo foi um pouco mais intenso na produção: em 2014 saíram das linhas de montagem 139,9 mil caminhões, 25,2% a menos do que as 187,1 mil de 2013. No comparativo mensal as 3,7 mil unidades do último dezembro significam queda de 68,6% sobre as 11,8 mil de novembro e de 49,6% frente as 7,3 mil do último mês de 2013.

No segmento de transporte de passageiros os ônibus também fecharam 2014 com resultados negativos: foram licenciadas 27,5 mil unidades no ano passado contra 32,9 mil em 2013, 16,3% menor. O licenciamento de 2,3 mil veículos em dezembro representou estabilidade sobre novembro, mas queda de 26,9% ante as 3,2 mil de dezembro de 2013.

A produção de chassi de ônibus seguiu o viés de baixa e encerrou 2014 abaixo em 17,9%: foram 32,9 mil unidades no ano passado contra 40,1 mil no ano anterior. Em dezembro de 2014 foram produzidos 604 chassis, 67,2% menor do que as 1,8 mil de novembro e abaixo em 63,3% sobre as 1,6 mil de dezembro de 2013.

A exportação tanto para caminhões quanto para ônibus também foi negativa: quedas de 29,1% e 32,4%, respectivamente, no confronto entre 2014 com 2013.

Máquinas agrícolas e rodoviárias
No segmento de máquinas autopropulsadas as vendas internas caíram 17,4% de um ano para o outro: foram 68,5 mil unidades no ano passado contra 83 mil de 2013. Observando-se os números entre o dezembro de 2014, com 4,2 mil unidades, e novembro do mesmo ano, com 5,3 mil, verifica-se queda de 21,1%. Se comparar com dezembro de 2013 houve uma queda de 28,2% pois naquele mês foram vendidas 5,8 mil unidades.

A produção de máquinas terminou 2014 com redução de 17,9% ao se comparar as 82,4 mil unidades do último ano com as 100,4 mil de 2013. Em dezembro as 3,8 mil máquinas produzidas ficaram abaixo em 38,1% com relação as 6,2 mil de novembro e em 40,9% ante as 6,5 mil de dezembro de 2013.

Nas exportações a variação de 2014 sobre 2013 foi de 12,2% negativos: 13,7 mil máquinas deixaram o País no ano passado contra 15,6 mil de um ano antes.

Previsões
A Anfavea apresentou ainda suas previsões para 2015 para produção, licenciamento e exportação de autoveículos e também, nos mesmos quesitos, de máquinas agrícolas e rodoviárias. Os dados de autoveículos apontam estabilidade no licenciamento com relação a 2014, pequena elevação nas exportações e, consequentemente, ligeira alta na produção. Para o segmento de máquinas, há expectativa de estabilidade nas vendas e produção e leve subida nas exportações.

Saiba mais sobre a carreira dos novos comandantes das Forças Armadas

A última quarta-feira (7) foi de intensa movimentação no Palácio do Planalto para a definição dos novos comandantes das Forças Armadas. A presidenta Dilma Rousseff e o ministro da Defesa, Jaques Wagner, se reuniram ao longo do dia com os atuais dirigentes da Marinha, almirante Julio Soares de Moura Neto, do Exército, general Enzo Peri, e da Aeronáutica, brigadeiro Juniti Saito, para escolher os futuros responsáveis pelas políticas públicas e diretrizes administrativas e operacionais da área militar do país - veja arte abaixo:

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Pouco após as 20h, a Presidência da República divulgou nota oficial com os nomes dos novos dirigentes das Forças Armadas: o almirante-de-esquadra Eduardo Barcellar Leal Ferreira será o comandante da Marinha do Brasil; o general-de-exército Eduardo Dias da Costa Villas Bôas comandará o Exército Brasileiro; e a Força Aérea Brasileira está sob a direção do tenente-brigadeiro do ar Nivaldo Luiz Rossato.
As datas das transmissões de cargo dos novos comandantes das Forças Armadas ainda serão definidas.
Almirante Leal FerreiraO almirante-de-esquadra Eduardo Barcellar Leal Ferreira nasceu em 2 de junho de 1952 no Rio de Janeiro. É filho do também almirante-de-esquadra Luiz Leal Ferreira – já falecido. O novo comandante da Força Naval ingressou na carreira militar em 1971. Foi declarado guarda-marinha pela Escola Naval em 1974.
Especialista em eletrônica, Leal Ferreira acumulou funções diretivas e condecorações em seus mais de 40 anos de carreira. Permaneceu embarcado por 16 anos, acumulando 1,3 mil dias no mar. Chegou ao generalato em março de 2004 e alcançou o posto de quatro estrelas – almirante-de-esquadra - em março de 2013.
Antes de chegar ao posto mais alto da Marinha, Leal Ferreira estava no comando da Escola Superior de Guerra – instituição acadêmica vinculada ao Ministério da Defesa. Foi também comandante-em chefe da Esquadra, diretor de Portos e Costas e Comandante do 7º Distrito Naval – com sede em Brasília.
General Villas BôasNascido de 07 de novembro de 1951 em Cruz Alta, região central do Rio Grande do Sul, Eduardo Dias Costa Villas Bôas é filho do militar Antônio Villas Bôas. Ingressou no Exército em 1967 na Escola Preparatória de Cadetes do Exército em Campinas (SP). Atleta de natação e polo aquático, Villas Bôas foi declarado aspirante-a-oficial pela Academia Militar das Agulhas Negras (Aman) em 1973.

Infante, Villas Bôas tem larga experiência em funções de comando e também de assessoria. Notabilizou-se por sua atuação na região amazônica, onde comandou o 1º Batalhão de Infantaria de Selva, em Manaus, chefiou o Estado-Maior Conjunto do Comando Militar da Amazônia (CMA), órgão do qual se tornou comandante posteriormente.
Villas Bôas foi promovido a general-de-exército em julho de 2011. Em 2014, assumiu a chefia do Comando de Operações Terrestres (Coter) do Exército, sendo um dos responsáveis pelo planejamento de segurança e defesa para a Copa do Mundo Fifa 2014.
Brigadeiro RossatoNivaldo Luiz Rossato nasceu em 26 de agosto de 1951 na cidade de São Gabriel, sudoeste do Rio Grande do Sul. Ingressou na Força Aérea Brasileira (FAB) em 1969. Foi declarado aspirante-a-oficial pela Academia da Força Aérea (AFA) em dezembro de 1975. Chegou ao generalato em julho de 2003, ascendendo à tenente-brigadeiro do ar em 31 de março de 2011.

Líder de Grupo de Aviação de Caça, Rossato acumula mais de 3,5 mil horas de voo. Além disso, possui cursos nas áreas de piloto de caça, líder de esquadrilha, líder de esquadrão, piloto operacional de transporte de tropa e inspetor de aviação civil.
Ao longo da carreira, ocupou mais de 20 funções de comando, assessoramento e instrução na FAB. Antes de ser designado dirigente maior da Força Aérea, Rossato ocupava o cargo de chefe do Estado-Maior da Aeronáutica.

quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

Charlie Hebdo: Ataque terrorista ou xenofobia à flor da pele?

* Jorge Mortean 
A injustificável chacina ocorrida em 7 de janeiro de 2015, em Paris, expõe um trágico quadro social atual na Europa: a xenofobia extrema e a irresponsabilidade social e governamental europeia sobre este tema tão importante. Gastam-se milhões no combate ao terrorismo internacional - grande parte hoje criado pela xenofobia e pela torpe insistência política do Ocidente em dar “a sua versão” do Oriente -, mas quase nada se faz para combater a xenofobia. 
Cidadãos franceses, filhos e netos de imigrantes que ocuparam a maioria dos empregos os quais os franceses se recusavam a fazer, computam hoje 19% da população e, pelo fato de a França ser um Estado-nação e não uma nação multicultural enfrentam seríssimas barreiras para sua integração àquela sociedade, mesmo gozando dos mesmos direitos e deveres como qualquer outro cidadão, independentemente da sua raiz étnica ou religiosa. 
O que se viu hoje na redação da revista Charlie Hebdo foi uma gota d’água no balde xenófobo francês, em forma de retaliação sociocultural, onde uma maioria não só depende desta minoria mas como também a oprime. São pessoas de uma mesma nacionalidade que consideram outras, pertencentes a um grupo religioso minoritário, como cidadãos de “segunda classe” - atitude perigosa já vista outrora em uma Alemanha nazista. Uma humilhação social descabida. 
Frequentemente confunde-se liberdade com libertinagem. Independentemente da religião, fazer chacota com a fé alheia não é "um ato de liberdade de expressão qualquer dentro de uma democracia", mas sim, uma demonstração de imaturidade e imbecilidade sociais sem tamanho, uma piada de extremo mal gosto. Retomemos, então, aquele bom e velho ditado e regra básica de convivência (e sobrevivência): respeitar para ser respeitado. 
Assim como todo ato de censura é injustificável, a liberdade de imprensa e a democracia não podem ser justificativas para ofensas gratuitas, ao contrário - a imprensa, responsável pela promoção de uma comunicação de cunho social, e a democracia, que propulsiona o bom convívio entre diferentes cidadãos, deveriam servir para melhor educar toda a nação e não incitá-la às suas diferenças. Isso, sim, reflete uma sociedade responsável para com ela mesma. 
Este será o prumo que tanto a sociedade como os Estados europeus, sobretudo o francês, terão de adotar em suas políticas sociais a partir de agora: promoção à tolerância, sobretudo religiosa. Ao que indicam as recentes agitações políticas no Velho Continente, infelizmente agora veremos uma França preparada para combater o “terrorismo doméstico” ao invés da xenofobia. Uma lástima, pois se Paris passasse a despender mais tempo e dinheiro com integração nacional, talvez esse episódio trágico jamais tivesse acontecido.

* Jorge Mortean é geógrafo, bacharel pela Universidade de São Paulo (USP), mestre em Estudos Regionais do Oriente Médio. Pesquisador das relações diplomáticas entre a América Latina e o Oriente Médio, é doutorando em Geografia Política, também pela USP e Professor do curso de Relações Internacionais da FAAP - Fundação Armando Alvares Penteado.

quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Secretário e comandantes definem primeiro escalão das polícias

O secretário da Segurança Pública, Alexandre de Moraes, definiu nesta quarta-feira (7), em conjunto com o delegado-geral da Polícia Civil, Youssef Abou Chahim, e o comandante-geral da Polícia Militar, coronel Ricardo Gambaroni, a composição da totalidade do Conselho da Polícia Civil e do primeiro escalão do Alto Comando da PM. Os nomes serão publicados no Diário Oficial desta quinta-feira (8 de janeiro).
O conselho, que é presidido pelo delegado-geral, tem a participação de 24 delegados de classe especial. Fazem parte deste grupo os diretores da Polícia Civil, além do novo delegado-geral adjunto, Júlio Gustavo Vieira Guebert, que até dezembro chefiava o Departamento de Polícia Judiciária do Interior 7 (Deinter 7), da região de Sorocaba.
O primeiro escalão do Alto Comando da PM conta com a participação do comandante-geral e dos seis coronéis responsáveis por comandos vinculados diretamente ao Gabinete do Comando Geral.
Capital e departamentos especializados
Todas as principais diretorias da Polícia Civil já foram definidas. Na cidade de São Paulo, permanece no Departamento de Polícia Judiciária da Capital (Decap) o delegado Domingos Paulo Neto. O efetivo civil da região metropolitana será chefiado pelo delegado Albano David Fernandes, que assumirá o Departamento de Polícia Judiciária da Macro São Paulo (Demacro).
O Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic) passará a ser comandando pelo delegado Emygdio Machado Neto, enquanto no Departamento Estadual de Prevenção e Repressão ao Narcotráfico (Denarc) assumirá Ruy Ferraz Fontes.
O Departamento de Capturas e Delegacias Especializadas (Decade) terá como diretor o delegado Osvaldo Nico Gonçalves. No Departamento de Administração e Planejamento da Polícia Civil (DAP), assume Gilson Cezar Pereira da Silveira.
O delegado Mauricio Guimarães Soares assume o Departamento de Polícia de Proteção à Cidadania (DPPC) e o delegado Mário Leite de Barros Filho, o Departamento de Inteligência da Polícia Civil (Dipol). Para seu lugar, na Academia de Polícia (Acadepol), foi designado o ex-delegado-geral Luiz Mauricio Souza Blazeck.
A delegada Elisabete Ferreira Sato Lei permanece no Departamento Estadual de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP), assim como Nestor Sampaio Penteado Filho no comando da Corregedoria da Polícia Civil.
O delegado Carlos Roberto Benito Jorge continua na chefia da Assistência Policial Civil do Gabinete do Secretário (APC/GS) do Gabinete da SSP.
Departamentos do interior
Para o lugar do delegado Júlio Guebert no Deinter 7, o secretário e o delegado-geral designaram para o cargo o delegado José Aparecido Sanches Severo, que estava na região de Araçatuba (Deinter 10). Para o lugar de Severo, foi nomeado Nelson Barbosa Filho.
A Baixada Santista e o Vale do Ribeira (Deinter 6) passam a ser comandados pelo delegado Gaetano Vergine. Na região de Bauru (Deinter 4), passa a responder pela Polícia Civil o delegado Marcos Buarraj Mourão.
O delegado Paulo Afonso Bicudo, que estava na Grande SP (Demacro), passa a chefiar os policiais civis da região de Piracicaba (Deinter 9).
Os delegados João Barbosa Filho (Deinter 1 - São José dos Campos), Kleber Antonio Torquato Altale (Deinter 2 - Campinas), João Osinski Jr. (Deinter 3 – Ribeirão Preto), João Pedro de Arruda (Deinter 5 – São José do Rio Preto) e Walmir Geralde (Deinter 8 – Presidente Prudente) permanecem no cargo.
Polícia Militar
Além do comandante, Ricardo Gambaroni, o primeiro escalão será composto pelo coronel Francisco Alberto Aires Mesquita, que estava na Diretoria de Logística e será o subcomandante da PM e chefe do Estado-Maior (EM).
Na PM, o coronel Audi Anastácio Felix passa à subchefia do EM, enquanto o coronel Marco Antonio Severo Silva foi designado para o Centro de Inteligência (CIPM). O coronel Gilberto Tardochi da Silva será o coordenador operacional (CoordOp).
O coronel Ieros Aradzenka permanece na chefia de gabinete do comandante-geral, na sede da SSP, enquanto a coronel Maria Aparecida de Carvalho Yamamoto segue à frente do Centro de Comunicação Social da PM.
Os comandantes regionais e de unidades especializadas da Polícia Militar, que também compõem o Alto Comando, devem ter seus nomes divulgados nos próximos dias.

terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Volkswagen Imprensa Nova campanha publicitária do Volkswagen up! destaca segurança e prazer ao dirigir

  • O filme aborda a relação entre pais e filhos para mostrar atributos do modelo da Volkswagen
  • Modelo global da Volkswagen, o up! é o mais seguro da categoria, segundo o Latin NCAP
  • A Volkswagen investiu R$ 1,2 bilhão para produzir o modelo na unidade de Taubaté (SP)

A Volkswagen do Brasil inicia 2015 destacando a segurança e o prazer ao dirigir que o modelo up! proporciona aos motoristas e passageiros. Não por acaso, o carro foi eleito o mais seguro da categoria pelo Latin NCAP, organização independente de proteção ao consumidor, que avalia a segurança dos veículos comercializados na América Latina. Para mostrar como o modelo, além de seguro, é muito divertido de dirigir, será lançado no próximo dia 2/1 um comercial criado pela agência AlmapBBDO, que coloca os pais no lugar dos filhos.

No filme “Pais”, um jovem volta para casa dirigindo o up! ao som de uma música contagiante. Ele começa a manobrar para guardar o carro na garagem e a cena muda para os pais, que parecem aliviados com a chegada do filho. Assim que ele entra no quarto para dormir, o casal surge na porta todo arrumado e sai sem fazer barulho. Na sequência, o filme mostra os dois se divertindo a bordo do up!. A locução explica: Segurança para quem sempre quis diversão. Diversão para quem sempre se preocupou com segurança.

Essa é a segunda campanha criada para o modelo, que foi lançado em fevereiro de 2014 com o comercial “Have Fun!” embalado por uma versão especial da música “Girls just want to have fun”, composta por Robert Hazard e que ficou famosa na voz da cantora Cyndi Lauper.

Uma nova era na Volkswagen

Disponível no mercado brasileiro em carroceria de duas ou quatro portas, o Volkswagen up! foi o primeiro automóvel feito no País a obter cinco estrelas no Latin NCAP, organização que avalia a segurança dos veículos. O modelo obteve a melhor qualificação possível tanto na proteção para adultos quanto na para crianças – cinco e quatro estrelas, respectivamente. Para tornar o up! tão seguro foram aplicados modernos recursos técnicos de construção e cálculos avançados para detecção de acidentes, resultando na melhor e mais avançada carroceria produzida no Brasil. Toda a estrutura da carroceria foi desenvolvida para absorver a energia do impacto – cada parte da carroceira tem de ter determinado valor de resistência e rigidez. O up! tem 75% de seu peso composto por aços especiais, que possuem diferentes graus de resistência, conforme a necessidade – trata-se da aplicação do material correto no local certo.

Além disso, o up! é equipado com o motor 1.0l MPI de 3 cilindros totalflex, da família EA211, eleito o “Motor do Ano 2014”. O motor desenvolve potência de 82 cv (etanol) e torque máximo de 10,4 kgfm. Graças a esse motor, o compacto Volkswagen é um dos modelos mais econômicos fabricados no Brasil, com a classificação “A” no Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular do INMETRO.

Outra referência que chegou com o modelo Volkswagen foi em relação ao baixo custo de reparabilidade:  ele tem o melhor índice geral no CAR Group 2014 – o melhor da história do levantamento feito pelo Cesvi.

O up! inovou também na oferta de transmissão automatizada (I-Motion). Ele foi o primeiro entre os modelos nacionais com motor 1.0l a contar com essa tecnologia e o modelo mais barato do Brasil a oferecer opção de transmissão automatizada.

A Volkswagen investiu R$ 1,2 bilhão para produzir o up! em Taubaté. A nova unidade de Pintura é um exemplo de inovação e tecnologia, capaz de reduzir o consumo de energia e água em 30% e 20% respectivamente, por veículo produzido.
Para informações sobre a Volkswagen do Brasil, acesse: www.imprensavw.com.br






Clique aqui para acessar o filme e os frames da nova campanha do up!


segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

Setor automotivo é fortemente influenciado pelos hábitos de compra nas redes sociais

Para realização do relatório Cars Online, Capgemini ouve mais de 10 mil consumidores em 10 países, incluindo o Brasil, e conclui que a nova geração de clientes conectados está motivando inovações em montadoras e concessionárias de automóveis

A Capgemini, um dos principais provedores globais de serviços de consultoria, tecnologia e terceirização, divulga a 15ª edição do Cars Online 2014 Generation Connected, que destaca o aumento da demanda por conectividade e a influência avassaladora dos hábitos de compra em redes sociais e meios digitais. A pesquisa foi realizada com mais de 10 mil consumidores, e revela que a nova geração de clientes conectados está demandando inovações do setor automotivo.
O relatório mostra como os fabricantes de auto-peças e as concessionárias devem adaptar sua abordagem para melhorar a experiência do cliente, de modo a permanecerem competitivos e oferecer uma nova combinação de serviços automotivos.
De acordo com a pesquisa Cars Online, que esclarece a relação das concessionárias e das montadoras de automóveis com os clientes, as crescentes demandas digitais e as expectativas dos consumidores acerca das tecnologias de conectividade devem transformar o setor. Isso traz uma série de implicações para os fabricantes, que devem atender à procura progressiva dos clientes atuais por uma experiência mais holística nos canais de compra - seja no ambiente online ou no físico.
Mesmo com mais da metade (55%) dos respondentes da pesquisa afirmando que o vendedor da concessionária ainda é a fonte mais importante de informações, o estudo mostra que as vendas online e os consumidores digitais estão se tornando o motor propulsor da comercialização de automóveis. A maioria dos clientes (97%) usa a internet para pesquisar as características dos veículos, os níveis de satisfação e as avaliações dos clientes, além de verificar a reputação dos fabricantes e da concessionária quanto à honestidade e ao atendimento dos clientes.
Além disso, 76% dos entrevistados postam ou pretendem postar suas experiências com os veículos nas redes sociais. No Brasil, especificamente, essa porcentagem chega a 84%, atrás apenas da China e da Indonésia, com 97% dos usuários.
O relatório também apontou que, no geral, 44% dos consumidores estão dispostos a comprar um carro pela Internet. Este índice aumentou 50% com os clientes da geração Y (entre 18 e 34 anos de idade). Igualmente, as redes sociais se tornaram um fator relevante na busca por carros - 85% dos consumidores esperam que as montadoras e concessionárias interajam com eles nas redes sociais e 73% têm sua decisão de compra influenciada pelos comentários positivos postados.
Cerca de 47% dos entrevistados disseram ter interesse por um pacote de mobilidade, com uma vasta gama de veículos, serviços e acessórios que podem ser adquiridos por um preço fixo e um período determinado de tempo. Em mercados emergentes o interesse é ainda maior, com mais da metade dos consumidores na Coreia do Sul (53%), Brasil (57%), Indonésia (61%), Índia (67%) e China (68%).
O estudo indica, ainda, que a comunicação entre o carro, o motorista, a montadora e a concessionária será vital no futuro, uma vez que oferece uma oportunidade que beneficia a todos. Assim, possibilita uma interação pós-venda centrada nas demandas mais importantes do consumidor: segurança e experiência ao volante (83%), gestão do veículo (79%) e atendimento ao cliente em tempo real (74%). Além disso, a era do carro conectado traz uma grande oportunidade para as montadoras entenderem melhor seus consumidores finais, uma vez que a maioria (80%) dos compradores de automóveis está mais disposto do que nunca a compartilhar seus dados com as fabricantes e concessionárias - desde que obtenham algum benefício em troca.
"Os clientes conectados assumiram o controle. O novo consumidor de automóveis sabe exatamente o que e como quer. Ele também está usando a tecnologia para aumentar seu poder, tanto como comprador quanto como usuário de veículos. Consequentemente, já vemos várias concessionárias e montadoras atentas  às mudanças no processo de compra de automóveis, olhando além das lojas físicas e buscando envolver os clientes e interagir com eles em diversos canais", comenta o líder global do setor automotivo da Capgemini, Nick Gill. "Essa nova dinâmica cria uma série de oportunidades para manter relacionamento com os consumidores, permitindo conhecê-los melhor durante o processo de compra".
Os resultados do 15° relatório anual Cars Online 2014 Generation Connected foram obtidos em uma pesquisa conduzida com clientes de dez países: Alemanha, Brasil, China, Coreia do Sul, EUA, França, Índia, Indonésia, Reino Unido e Rússia.

Para mais informações:
Leia o Cars Online - Generation Connected 2014 completo com infográfico e vídeos.

sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

A VIDA É ASSIM...

CAMÕES FILHO


De repente... a gente começa a descobrir coisas, coisas que nos alegram e outras que nos entristecem. A vida é dura, mas não dura a vida mais do que um átimo. De repente...

·       Ainda criança de colo percebemos que o mundo não gira ao nosso redor.
·       Temos que chorar, e muito, para que alguém venha nos dar papinha na boca.
·       Logo ficamos sabendo que chorar não adianta mais.
·       Mais tarde, o pior: ficaremos sabendo que não existe almoço de graça.
·       Um dia, um Natal qualquer, acaba o encanto: ficamos sabendo que Papai Noel não existe. Não existe coelho da Páscoa. Não existem cuca, saci-pererê, mula-sem-cabeça e outras figuras que assombraram nossa infância.
·       Descobrimos, um dia pela manhã, assim sem querer, que além de nossa casa existem outras coisas, com nomes engraçados, como escola, creche, pré-zinho.
·       Um dia, nossa mãe vai nos deixar numa casa desssse tamanho e vamos ser cuidados por umas moças diferentes e teremos que conviver com uns moleques peraltas, que vão mexer em nossa comida e bagunçar nosso brinquedo. Primeira lição: essas moças odeiam ser chamadas de tias.
·       Chegará um momento em que um carro grande, quase do tamanho de um ônibus, virá todo dia cedinho nos pegar e nos levará para aquela casona.
·       Teremos de comer umas coisas diferentes e não vamos contar nem com um copo de guaraná para acompanhar, só uns sucos esquisitos, que as tias falam que é natural e muito saudável.
·       Um dia vamos sentir que nosso corpo está crescendo e vamos ficar meio esquisitos, parecendo um ET, com braços e pernas enormes.
·       Ficaremos nervosinhos com qualquer coisa e sairemos dando trombada em tudo que é quina de mesa.
·       Vamos querer escolher a nossa própria roupa.
·       As meninas, vaidosas, cuidarão por horas de seus cabelos e vão se achar um lixo.
·       Os garotos só vão querer tênis de marca e gastarão quilos de gel em seus cabelos.
·       Nos fins de semana eles e elas vão querer passear no shopping – sem os pais por perto, pelo amor de Deus!
·       Nascerão os primeiros namoricos.
·       As meninas descobrirão que os meninos são meio desleixados, não sacam as coisas de primeira, não lembram de datas e aniversários.
·       Os meninos ficarão sabendo que mulher é uma coisa complicada.
·       E um jamais vai querer viver sem o outro.
·       Nas festinhas de aniversário, o primeiro pedaço de bolo já não será da mãe, mas da namorada ou namorado.
·       Na formatura da oitava série eles irão dançar até às tantas.
·       Até às tantas, eles saberão, é até o momento em que o pai se levanta da mesa e diz meio enfastiado: “Vamos embora!”
·       O ensino médio vem cheio de novidades, novos professores, novos amigos e muitas dúvidas.
·       A nossa mesada é gasta em cinema, refrigerante e todos aqueles “mc´s” da vida, que a gente adora.
·       A gente começa a ser incentivado a pensar no vestibular, que profissão queremos ter. E assim, sem mais nem menos, ficamos sabendo que mais alguns anos e teremos que encarar um trampo.
·       Aquele namorico começa a ficar sério e os namorados começam a frequentar as casas de seus respectivos pais.
·       A namorada ajuda a lavar a louça do almoço, coisa que nunca sequer fez em sua própria casa.
·       O namorado já abre a geladeira do sogrão para pegar uma coca.
·       Na sexta à noite, a família vai comer uma pizza. Os namoradinhos vão juntos.
·       Está chegando a formatura e começa aquela correria de alugar roupa, corta aqui, aperta ali, arruma cabelo.
·       Na formatura, os namorados dançarão a valsa de rosto colado – igualzinho seus pais.
·       E os pais, vendo filho e filha felizes, sorridentes, rodopiando pelo salão, de repente ficarão tristes, taciturnos, imaginando que logo eles estarão prestando vestibular e seguirão suas vidas, longe de casa.
·       E o velho pai terminará a noite assim, num misto de alegria e tristeza.
·       E assim a vida continua, trazendo e levando dias bons e outros ruins, momentos inesquecíveis e outros que jamais queremos nos lembrar...
·       Até que de repente estaremos na virada do ano, vamos olhar para trás e repensar nossas vidas. Vamos nos alegrar com as coisas boas que fizemos ou nos aconteceram. Mas nos entristeceremos ao perceber quanta coisa que gostaríamos de ter feito, mas que o tempo implacável foi deixando para trás...
·       Feliz Ano Novo para todos!

Camões Filho é jornalista, escritor e pedagogo, autor do livro “O Canto do Vento” (Netbooks Editora, 11ª edição) e membro titular da Academia Taubateana de Letras.