sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Prefeito se compromete a definir regras do mototáxi em conjunto com profissionais do setor



Em audiência pública realizada na Câmara de Taubaté dia 11, o prefeito Ortiz Junior (PSDB) se comprometeu com mototaxistas a definir as novas regras do serviço em conjunto com eles. A reunião foi promovida pela Comissão de Justiça da Casa, presidida por Luizinho da Farmácia (PROS). Em pauta, o Projeto de Lei Ordinária nº 68, de autoria do Executivo, que adequa a lei municipal do serviço à federal.
“É importante que se construa um consenso e que tentemos adaptar as principais necessidades de vocês neste projeto. É fundamental que ele possa ser aprovado para que possamos novamente dar a vocês um contrato, neste caso, a permissão”, afirmou o prefeito, referindo-se aos profissionais que encheram a galeria do plenário.
Detalhes das regras, no entanto, serão definidos em decreto que deve ser publicado pelo Executivo, em segundo momento, após a aprovação do projeto de lei pela Câmara e sanção pelo prefeito. Para elaboração deste decreto, Ortiz Junior assumiu o compromisso com os trabalhadores de contar com a participação deles.
O prefeito lembrou que as regras atuais foram instituídas em 2001, quando não havia lei federal. Apontou como ponto positivo o fato de a nova lei federal reconhecer o mototaxista como profissional autônomo. “Ideia é disponibilizar maior número de oportunidades de agências e associações. Mas hoje a gente não pode mais fazer licitação para selecionar agências. Vamos dar permissões definitivas aos mototaxistas e autorizações às agências para que funcionem de forma regular”, detalhou.
Respondendo a questionamentos dos profissionais, o prefeito colocou a possibilidade de criação de um atestado que será emitido pela Secretaria de Mobilidade Urbana comprovando que o profissional desempenha a atividade há tantos anos no município, que poderá ser usado como critério de pontuação na licitação.
Questionado por Luizinho da Farmácia sobre em que documento está registrado que as permissões atuais estão vencidas, Junior explicou que em 2001, a Prefeitura fez licitação para contrato que valia por cinco anos - expirado em 2006 -, foi prorrogado por mais cinco anos, porque a lei permitia, e essa prorrogação venceu em 2011.
“Eles têm hoje autorização expedida pela Prefeitura, porque a gente combinou isso. A gente estendeu contrato com as agências por ser um serviço importante, até que a gente pudesse identificar como seria a organização diante da legislação federal nova, mas precisamos de instrumento jurídico legal que nos vincule. O que estamos fazendo é um pouco precário”, esclareceu o prefeito.
Ortiz Junior sugeriu que seja incluída emenda ao projeto para que se dê um ano de isenção de ISS (Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza) para mototaxistas regularizarem situação.
Integrante da Comissão de Justiça, Douglas Carbonne (PCdoB) destacou a preocupação e cuidado do presidente da Comissão em relação ao projeto e discussão dele com a categoria, que o levou a convocar a audiência para o debate. Carbonne ofereceu apoio aos mototaxistas.
Pollyana Gama (PPS) chamou atenção para a definição da tarifa, que considerou caber a um Conselho de Mobilidade Urbana, com administração pública e mototaxistas, “para que seja algo justo”. Defendeu a participação dos mototaxistas, além do Conselho de Mobilidade Urbana e de especialistas na elaboração do decreto.
Paulo Miranda (PP) sugeriu capa de tanque para padronizar as motos, em vez da padronização por cor, determinação que deverá ser incluída no projeto por meio de emenda de autoria do vereador.
José de Angelis “Bilili” (PSDB) manifestou apoio aos mototaxistas que solicitam que permissionários possam ter outro emprego, citando como exemplo a atividade delegada, que reconheceu o bico oficial dos policiais.
No balanço de Luizinho da Farmácia, o projeto é bom e permite que quem estiver satisfeito com agência permaneça, e quem não estiver, mude para uma associação.
Jeferson Campos (PV) lembrou leis de sua autoria, e em parceria com Luizinho da Farmácia, que beneficiaram o serviço de mototáxi: sobre seguro obrigatório, diária e número de mototaxistas por habitante. Afirmou que há demanda da categoria em relação à idade mínima do passageiro - determinação nacional são sete anos de idade, e na proposta em discussão, 14 anos. Sugeriu que seja disciplinado pagamento de diária a agência ou associação a que permissionário se vincular.
Luiz Henrique de Abreu “Neneca” (PDT) parabenizou a mobilização dos mototaxistas no plenário. Fez questionamentos sobre o processo de regulamentação da lei, se haverá comissão de trabalhadores. Prefeito afirmou que poderá ser feita comissão.
Joffre Neto (PSB) afirmou que o trabalho da Câmara é dar oportunidade para que interessados possam tomar conhecimento da proposta. Manifestou preocupações com texto da lei, apontando correções que precisam ser feitas. Solicitou ao prefeito a minuta do decreto “É uma forma muito prática de abrirmos a discussão com mototaxistas e introduzirmos em lei.” Argumentou que, o que estiver no decreto pode ser alterado por próximos prefeitos que vierem.
O prefeito considerou que sugestões de mototaxistas colocadas na audiência podem ser incorporadas ao projeto por meio de emendas. Analisou que há informações que são específicas do decreto. “Se vocês me enviarem um documento (lei) com limites, só posso regulamentar esses direitos. O regulamento só serve por ter plasticidade. Entendo o zelo, mas mandar minuta não tem serventia porque só vou poder regulamentar o que vocês aprovarem.”
Rodrigo Luis Silva “Digão” (PSDB) concordou que detalhes dos direitos sejam garantidos na lei. Afirmou que objetivo dos vereadores é representar a população, os mototaxistas, “classe que tem que ser respeitada”. “Vamos tentar adequar ao máximo possível essa lei em benefício da profissão de vocês”, referiu-se aos trabalhadores presentes no plenário.
O vereador Diego Fonseca (PSDB) também participou do evento. Salvador Soares e Vera Saba, do PT, foram representados por assessores. O vídeo está disponível no site da TV Câmara Taubaté - www.camarataubate.sp.gov.br/tv-camara.

quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Novo Fox chega às concessionárias Volkswagen com recursos inéditos de tecnologia e segurança

  • Controle eletrônico de estabilidade (ESC) e controle de tração (TC e ASR) estão entre as novidades do modelo
     
  • Bloqueio eletrônico do diferencial proporciona melhor comportamento dinâmico
     
  • Freios ABS de última geração incorporam importantes recursos de segurança, como o ESS e o EBD
     
  • Sistema HBA (ou BAS) busca a condição ideal de funcionamento do ABS para reduzir o espaço de frenagem

O Novo Fox acaba de chegar às mais de 630 concessionárias da Volkswagen no Brasil com recursos de tecnologia e de segurança de segmentos superiores. A linha 2015 do modelo estreia uma série de novidades, como o controle eletrônico de estabilidade (ESC) e o controle de tração (TC e ASR). Trata-se do Fox com mais sistemas de segurança da história.
A versão de topo de linha do Novo Fox, a Highline, pode ser equipada com o controle eletrônico de estabilidade (ESC). O sistema reconhece um estágio inicial de que uma situação de rodagem crítica está para acontecer. Compara os comandos do motorista com as reações do veículo a esse comando. Se necessário, o sistema reduz o torque do motor e freia uma ou várias rodas até atingir a condição de estabilidade.
O ESC traz outros recursos eletrônicos de assistência para o veículo, como o EDS (Elektronische Differenzialsperre) – Bloqueio eletrônico do diferencial. Em situação de baixa ou perda de tração em uma das rodas motrizes, o bloqueio eletrônico do diferencial aciona o freio dessa roda, transferindo o torque para a roda com maior tração, proporcionando assim melhor comportamento dinâmico do carro. Esse sistema de “tração inteligente” funciona de forma automática, sem necessidade de o motorista acionar um botão no painel. Além disso, o sistema atua em curvas e em velocidade de até 80 km/h.
O Novo Fox Highline quando equipado com o ESC traz mais uma inovação no sistema de freios: o HBA, ou BAS (Brake Assist System ou Sistema de assistência à frenagem). O módulo do ABS e do ESC reconhece, por meio da velocidade e da força de acionamento do pedal de freio, que se trata de uma condição de frenagem de emergência. Nesse momento, o sistema aumenta a pressão no circuito hidráulico e a força de atuação das pinças de freio, buscando a condição ideal de funcionamento do ABS para reduzir o espaço de frenagem.
Freios com alta tecnologia
Importante lembrar que todas as versões do Novo Fox são equipadas com um dos mais modernos sistemas ABS da categoria. Além de evitar o travamento das rodas em frenagens bruscas, o sistema de freios é composto por outros recursos de segurança, como o EBD (distribuição eletrônica das forças de frenagem) e ESS (Emergency Stop Signal ou Sinal de Frenagem de Emergência), herdado dos veículos alemães mais sofisticados do mercado.
O sistema EBD distribui eletronicamente as forças de frenagem entre os eixos traseiro e dianteiro, garantindo a estabilidade e a segurança. Já o ESS, exclusivo no segmento, funciona como um alerta para evitar colisões traseiras. Caso o motorista pressione o pedal de freio de forma acentuada, mantendo uma frenagem mais consistente, o sistema aciona as luzes de frenagem de forma intermitente na frequência de 3Hz. Após essa frenagem, com o veículo estático, as luzes de freio param de piscar e o ESS aciona as luzes de pisca-alerta na frequência de 1,25Hz, indicando que o veículo está parado.
Há ainda o sistema MSR (Motorschleppmomentregelung ou Controle do Efeito Freio Motor), que evita o escorregamento das rodas em pisos de baixo atrito devido ao efeito do freio-motor. Esse sistema atua quando o motorista libera rapidamente o pedal do acelerador e nas reduções de marcha, aumentando o torque através do controle do acelerador eletrônico.
Outro recurso presente no Novo Fox é o GMA (Giermomentaufbauverzögerung ou Controle do Momento de Giro), que diminui a possibilidade de giro do veículo em piso com diferentes níveis de atrito. O sistema também proporciona diferentes forças de frenagem no momento da desaceleração até que a rotação das rodas seja equalizada.
Tração inteligente
O Novo Fox conta com outros recursos que colaboram para a máxima segurança e a tração ideal. Um exemplo é o ASR (Antriebsschlupfregelung) – Controle de tração –, que auxilia o motorista a arrancar ou acelerar o veículo sobre um piso de baixa aderência, graças a uma série de sensores e uma central eletrônica. O sistema atua gerenciando o torque motriz e a frenagem individual da roda que destraciona, auxiliando na aderência dos pneus em qualquer condição de utilização.
Outra tecnologia voltada à segurança é o TC (M-ABS) - ou Controle de tração -, recurso que o Novo Fox Highline traz de série. Esse sistema tem a função de reduzir o escorregamento das rodas durante a aceleração ou quando o veículo começa a destracionar, em curvas acentuadas, controlando eletronicamente o torque do motor.
Para informações sobre a Volkswagen do Brasil, acesse: www.imprensavw.com.br




















terça-feira, 9 de setembro de 2014

SERIEDADE, AUSTERIDADE E INTEGRIDADE

Hernani Lobato, presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Taubaté e Região (o SindMetau)


DALTON MOREIRA


Nós conhecemos um líder nos momentos de grande turbulência que países e instituições estão submetidos. Eles são o lastro que garante a estabilidade nesses momentos de grandes dificuldades. Eles têm a rara combinação que fazem de seus portadores valiosos tesouros institucionais: são carismáticos e moderados.
A própria sanidade de um regime pode ser medida pela qualidade e quantidade de líderes moderados que permite nascer e crescer. Os ditadores matam os potenciais expoentes no nascedouro. Os regimes populistas tentam engatar o mandato do líder carismático no seguinte, como quem fuma um cigarro atrás do outro, e assim manter as massas enganosamente saciadas.
Mas, a virtude das democracias representativas está em criar um ambiente propício ao surgimento de líderes e garantir que eles possam ascender aos mais altos postos da hierarquia.
No dia 20 de novembro do ano passado para minha surpresa observei o surgimento de um jovem líder sindical começando a exercitar seus músculos políticos para empreender um serviço de grande valia para uma entidade de grande representatividade para milhares de trabalhadores.
Ouvi atentamente seu discurso de que à frente da entidade que assumia naquele momento ele faria grandes reformas para coloca-la, novamente, no rumo correto da história pois havia tempos que tinha se desviado por erros do passado. Anotei para depois cobrar as promessas que fez. A entonação de sua voz era de seriedade e sinceridade pois saía do fundo do seu ser.
Com mais de 30 anos de profissão pensei em duas alternativas: demagogia pura ou o nascimento de um jovem líder sindical muito bem intencionado. Meses depois para o meu alívio constatei que era a segunda opção. Agora, respiro aliviado pois os seus atos e suas atitudes estão confirmando que se continuar nessa linha mestra que traçou para sua carreira ouviremos falar muito – no futuro – desse jovem.
Não posso me esquecer que esse jovem sindicalista está sendo também muito bem assessorado graças aos diretores que também abraçaram sua causa na busca do resgate e da dignidade da entidade.
Quero deixar claro que não são palavras jogadas aos ventos mas sim fatos que constatei e observei.
Estou me referindo ao presidente do Sindicato dos metalúrgicos de Taubaté e Região ( o  SindMetau), Hernani Lobato que enfrentou muitas turbulências quando assumiu a presidência da entidade. Exemplos: sérios problemas na empresa LG (solução resolvida); Ford e Volkswgen. Nestas duas últimas empresas não por razões políticas ou internas mas sim devido a retração macroeconômica do Brasil que tem afetado de maneira severa as indústrias do nosso País. Mas, convém ressaltar que contou com o apoio de seus diretores e também da classe trabalhadora.
Lobato mostrou que seus músculos políticos estão aumentando e sua liderança tem sido incontestável perante a nossa sociedade que hoje carece de líderes. E tenho hoje o privilégio de observar nele uma nova geração que está chegando em nosso País com seriedade e com boas intenções.
Espero, sinceramente, que Hernani Lobato, continue seguindo essa trilha de honradez e dignidade que traçou para presidir uma entidade de tão grande porte e que exige de todos muita responsabilidade e serenidade. E que não se desvie um milímetro de seus objetivos pois hoje o nosso País necessita de renovação e ele pertence a esse rol.

Personagem de humor criado por juiz dissemina informações sobre o Judiciário

Personagem de humor criado por juiz dissemina informações sobre o Judiciário
A fala rápida e puxada do caboclo da Amazônia ganhou tons de humor na voz do juiz paraense Cláudio Rendeiro, criador de um personagem que vem auxiliando o Poder Judiciário a levar informação de utilidade pública a todo o estado. Criador do personagem Epaminondas Gustavo, além de julgar processos na 1ª Vara de Execuções Penais de Belém, o magistrado com 19 anos de carreira agora ganhou nova função no Tribunal de Justiça do Estado do Pará (TJPA): é roteirista e locutor do programa de rádio “Escuta, mano, meu recado!”.
Trata-se de um programa de 1 minuto que tem o personagem Epaminondas Gustavo em um monólogo abordando temas do Judiciário que refletem diretamente no cotidiano da população. Com uma linguagem regional, acessível e uma pitada de humor, o juiz Cláudio Rendeiro consegue que serviço eleitoral, estatuto do idoso, violência doméstica, auxílio reclusão, entre outros temas normalmente ásperos, sejam abordados de forma simples e com fácil assimilação pela população.
Segundo o criador do personagem, a inspiração está no próprio público-alvo. “Ainda é muito complexo para o nosso povo menos instruído entender alguns termos próprios do Judiciário. Mas todos têm direito à informação e precisam conhecer seus direitos e deveres. Então, usar a fala nossa, típica do povo paraense do interior, pra abordar esses assuntos é a melhor maneira de fazer isso. Claro que eu exagero um pouco no sotaque para dar uma dose de humor. Mas o importante é que tem gerado resultados”, diz o magistrado.
Desde que foi criado, em fevereiro deste ano, o “Escuta, mano, meu recado!” já teve 35 produções. O programa vai ao ar diversas vezes por dia nas rádios Cultura FM, em Belém e cidades no interior do Pará, e Unama FM, na Região Metropolitana de Belém, além da rádio web do Tribunal de Justiça. O roteiro de todos os programas é preparado pelo próprio juiz, que é pautado pela Coordenação de Comunicação do Tribunal. “Eles me dizem qual é o tema e eu esboço um roteiro. Na verdade, eu escrevo palavras-chave para me guiar na hora da gravação. Como sou conhecedor do Direito, isso ajuda muito. Mas se há temas que eu não me sinto seguro, eu converso com outros colegas especialistas no assunto”, explica Rendeiro.
Personagem  O juiz Cláudio Rendeiro foi convidado pela Coordenadoria de Comunicação do TJPA para ser o protagonista do programa, depois do sucesso que seu personagem já fazia em grupos de Whats app. O personagem Epaminondas Gustavo foi criado pelo juiz ainda em 2007, quando o mesmo atuava na Vara de Penas Alternativas na capital paraense. “O Epaminondas era um caboclo que tinha recebido uma pena alternativa, mas ele não tinha qualquer noção do que era isso, se era bom ou ruim, o que significava. Então, ele chegava para uma assistente social ou uma juíza para perguntar”, relembra.
O personagem foi criado para encenações de peças em capacitações e reuniões internas e existiu durante três anos, mesmo sem que Cláudio Rendeiro tivesse pisado algum dia numa escola de teatro. Entre 2010 e 2013, o forte sotaque paraense abordando temas do Judiciário ficou restrito a amigos e mensagens virtuais, até que o TJPA resolveu resgatar o personagem em novembro do ano passado, quando começaram as gravações.
Para ouvir o programa “Escuta, mano, meu recado!”, basta acessarwebradiojus.com.br.

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

AS FRAGILIDADES DE TUCARINA

W. Takafumi, jornalista*

Estamos despertando de um sono letárgico, no qual caímos após a morte trágica e prematura de Eduardo Campos em acidente aeronáutico, que o tirou da disputa na corrida presidencial e deu à Marina Silva o alento que precisava para, valendo-se da comoção nacional em torno do infausto acontecimento, pulverizar a candidatura tucana de Aécio Neves e ameaçar seriamente a petista Dilma Rousseff.

Somente 15 dias após ser alçada à condição de candidata do PSB à presidência da República, partido que não passa de abrigo temporário para a substituta de Eduardo Campos satisfazer seu ego por ter sido preterida por Lula em 2008, que já naquela época preferia Dilma à frágil, ideologicamente falando, Marina Silva. As contradições da candidata são apontadas diariamente, inclusive pelos grandes conglomerados de comunicação, que veem na pessedista uma ameaça real à estabilidade democrática.

Marina não tem programa de governoou explicações para o jatinho sem dono
Marina Silva, como um furacão, deixou um rastro de destruição em seu caminho. Pulverizou as candidaturas de Aécio Neves e do Pastor Everaldo, que a mídia incensava para forçar um segundo turno nas eleições que ocorrerão dentro de trinta dias, acreditando que o tucano chegaria inteiro até lá. A leitura que deve ser feita das pesquisas divulgadas nesta quarta-feira (3) pelo Ibope e pelo Datafolha, não é o estancamento do crescimento de Marina Silva e a permanência de Aécio Neves num reles terceiro lugar. A leitura é outra: não é o crescimento de Dilma. O que vale é a avaliação positiva que os entrevistados fazem de seu governo. A consequência disto é a queda em sua rejeição, inerente para quem é governo seja de que partido for.

Há alguns dias a imprensa registra as fragilidades de Marina Silva. Elas são muitas:1) o jatinho sem dono na campanha do PSB, que caiu e matou Eduardo Campos; 2) o faturamento de R$ 1,6 milhão por suas palestras e a declaração de possuir apenas R$ 135 mil; 3) a submissão ao pastor Malafaia, que é contra o movimento LGBT e o casamento gay e a fez recuar no apoio que dizia dar ao movimento; 4) as críticas do Citi Bank à sua política econômica, favoráveis aos bancos e prejudiciais à indústria, segundo o próprio Citi; 4) a submissão à sua porta-voz, Neca Setúbal, dona do Banco Itaú, que deve R$ 18 bilhões ao fisco e não paga; 5) o apoio do economista André Lara Rezende que, no governo Collor,confiscou a poupança dos brasileiros e, no governo FHC, foi um dos articuladores do desastrado programa de privatização dos tucanos, que entregou a telefonia nacional e  as jazidas de minério de Carajás e a Vale do Rio Doce ao capital estrangeiro; 6) tornar o Banco Central independente, para felicidade dos bancos, que cobrarão juros escorchantes; 7) enfraquecer o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal, para entregá-las aos bancos pivados, tipo Itaú e Santander; 8) enfraquecer a Petrobrás e a indústria naval brasileira, que voltaram a crescer a partir de Lula e hoje emprega mais de 100 mil trabalhadores e promete empregar ouro tanto nos próximos anos; 9) Reduzir a extração de petróleo do pré-sal (hoje na casa dos 600 mil barris/dia), que deve injetar R$ 1 trilhão, repito, R$ 1 trilhão na educação e na saúde nos próximos 10 anos; 10) o programa de governo de Marina Silva, segundo Aécio Neves, tem boa parte copiado do programa tucano de FHC e parte é copiado da cartilha do Itaú, de Neca Setúbal.

Marina Silva, descobre tardiamente a mídia, é um engodo, um risco para a economia e para as instituições democráticas. Só os ditadores governam sem o parlamento. Governos sem apoio parlamentar caem. O primeiro, no Brasil, foi Jânio Quadros, depois Fernando Collor. Ambos estavam acima dos partidos políticos. Getúlio resistiu às pressões até que se suicidou, em 1954, há 60 anos, portanto. O que veio depois foi a deposição de João Goulart e os governos ditatoriais dos militares, que durou até 1985, contra o qual Dilma lutou de arma em punho, sofreu tortura, foi prisioneira, mas não esmoreceu. Marina Silva, neste quadro, se apresenta apenas como a candidata que a direita crê ser capaz de derrotar a valente Dilma. Marina Silva é o "qualquer um" que pode, mas não vai, derrotar o PT, no dizer de FHC. Marina é apenas um furacão que passou e está perdendo força, até se desmilinguir de vez.

sábado, 6 de setembro de 2014

CNJ prepara política pública voltada para a sustentabilidade

O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) disponibilizará para consulta pública, a partir da próxima segunda-feira (8/9), a minuta da resolução que dispõe sobre políticas públicas voltadas à sustentabilidade no Poder Judiciário. O uso racional de recursos naturais e de bens públicos tem como objetivo a eficiência do gasto público e o menor impacto no meio ambiente. O texto estará disponível no site do CNJ até 7 de outubro. Quem quiser encaminhar sugestões sobre o tema poderá fazê-lo pelo e-mail consultapublica@cnj.jus.br.
A minuta prevê a criação de unidades ou núcleos socioambientais para criação de projetos, desenvolvimento de ações de sustentabilidade, monitoramento de metas anuais de economia de recursos e avaliação de resultados. Para isso, estabelece o chamado Plano de Logística Sustentável do Poder Judiciário (PLS-PJ), prevendo levantamento de dados relativos a gastos com produtos e serviços que deverão ser informados pelos tribunais e repassados periodicamente ao CNJ.
Divulgação anual - O Balanço Socioambiental do Poder Judiciário será alimentado por informações consolidadas em relatórios de acompanhamento do PLS-PJ e as informações serão publicadas anualmente pelo CNJ e nos sites dos respectivos órgãos do Poder Judiciário.
Entre os pontos incluídos na minuta da resolução estão a adoção de coleta seletiva de resíduos, as realizações de campanhas de sensibilização e de consumo consciente de água e energia, a substituição no uso de materiais danosos ao meio ambiente bem como o uso racional de bens, como papel, em razão da implementação do Processo Judicial Eletrônico (PJe).
As unidades socioambientais cuidarão do planejamento dessas ações voltadas à qualidade do gasto público e ao uso racional de recursos naturais e bens públicos, desde as compras sustentáveis, passando pela sensibilização e capacitação dos servidores, até a qualidade de vida no ambiente de trabalho.
Após 7 de outubro, a minuta voltará a ser debatida pelos conselheiros do CNJ, gestores e servidores do Poder Judiciário.

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Volkswagen do Brasil em São Carlos conta com tecnologia de ponta para rastrear componentes da nova geração de motores

  • Processo inovador visa assegurar elevado padrão de qualidade, performance e eficiência energética do produto
  • Unidade é responsável pela produção da nova geração de motores 1.0l e 1.6l, da família EA 211, da Volkswagen do Brasil, que equipam os modelos up!, Novo Fox BlueMotion, Novo Fox Highline, Gol Rallye e Saveiro Cross
  • EA211 é um motor globalizado, com alta tecnologia e destaque para performance e baixo consumo de combustível

A unidade da Volkswagen do Brasil em São Carlos (SP) implementou recursos tecnológicos de ponta para a produção da sua nova geração de motores da família EA 211, que equipa os modelos up!, Novo Fox BlueMotion, Novo Fox Highline, Gol Rallye e Saveiro Cross. Entre as inovações, está o novo sistema rastreabilidade de componentes e do mecanismo de torque de todos os motores produzidos. O sistema permite a identificação, separadamente, das peças e de todo o processo ao qual cada componente foi submetido, desde a fabricação até o produto final, a fim de garantir a qualidade em cada detalhe.
A peça recebe informações como identificação numeral, dia e horário de produção, linha na qual foi produzida e qual foi o seu fornecedor.
A tecnologia utilizada para a identificação é denominada Data Matrix Code (DMC), uma gravação em forma de códigos efetuada no componente, a partir de gravação a laser. Os componentes são enviados pelos fornecedores já com a gravação.
A gravação do bloco do motor e do cabeçote de cilindros também são realizadas a laser, na própria fábrica, na última etapa da linha de usinagem, antes que as peças sejam enviadas à linha de montagem. Entre os componentes que também possuem a identificação, estão virabrequim, bomba de água, bomba de óleo, biela e vareta de óleo.
No caso do bloco do motor e o cabeçote de cilindros, o processo de usinagem também possui um sistema particular de rastreabilidade através dos TAGs (identificadores que armazenam os dados), que acompanha todo o processo de fabricação,  registrando operação por operação, bem como o resultados dos testes realizados no processo. Este conjunto de informações é armazenado num banco de dados e é acessível a partir do número de DMC da peça.
“A rastreabilidade dos componentes traz ainda mais qualidade ao processo produtivo e para os nossos motores, pois nos permite acompanhar de forma ágil e bastante acessível o histórico de cada peça e do produto final”, diz Andreas Hemmann, gerente executivo da unidade de São Carlos.
Em cada etapa do processo de montagem do motor, o montador realizada a leitura do DMC das peças em que há essa identificação, por meio de um leitor óptico. As informações são armazenadas em um banco de dados eletrônico, com a disponibilidade de gerar relatórios de cada motor.
Família EA 211
Para produzir a nova geração de motores 1.0l e 1.6l, a fábrica de São Carlos ganhou um novo prédio produtivo em 2013, fruto de investimento de R$ 335 milhões. Em uma área total de 27 mil m², conta com moderna tecnologia e foco em qualidade e sustentabilidade, que proporcionam eficiência produtiva, reduções no consumo de recursos naturais e maior eficiência na reciclagem de resíduos.
O espaço é composto por um prédio produtivo com uma linha de usinagem de blocos, uma linha de usinagem e montagem de cabeçotes e uma linha de montagem de motores, contendo as mais modernas tecnologias disponíveis no mercado global. As linhas de usinagem são compostas por mais de 50 máquinas, com 170 diferentes ferramentas implementadas nesse processo.
Seu depósito logístico atende na totalidade os conceitos do Grupo Volkswagen, com porta-paletes que permitem que as peças fiquem guardadas em prateleiras, distribuídas em seis níveis verticais de compartimentos, o que reduz a área construída. O transporte dos motores para as demais unidades da Volkswagen do Brasil é otimizado com a utilização de “treminhões”, caminhão com mais de duas carrocerias, que permite o aumento na capacidade de transporte em mais de 60%, reduzindo o impacto ambiental com a emissão de poluentes.
Para informações sobre a Volkswagen do Brasil, acesse: www.imprensavw.com.br





Novo sistema rastreabilidade de componentes e do mecanismo de torque dos motores visa assegurar elevado padrão de qualidade, performance e eficiência energética do produto