segunda-feira, 11 de março de 2013

JUSTIÇA CASSA MANDATOS DE LUIZINHO DA FARMÁCIA E CARLOS PEIXOTO



O juíza corregedora de Taubaté, Sueli Zeraiki Armani, publicou no Diário Eletrônico da Justiça Eleitoral desta segunda-feira, dia 11, que os vereadores Luizinho da Farmácia (PR) e Carlos Peixoto (PMDB) tiveram seus diplomas cassados. Para a vaga de Luizinho deverá assumir Andréia Gonçalves (PV) e de Carlos Peixoto , Ary Filho. A Assessoria de Imprensa da Câmara Municipal não quis se manifestar sobre o assunto. O SOS Bairros apurou que os vereadores se encontram em São Paulo tentando bloquear a sentença judicial.
A informação da cassação dos vereadores foi publicada pelo jornalista Irani Lima, em seu blog. Eis a matéria:



“A Dra Sueli Zeraik, que tem a espinhosa missão de julgar as ações de investigação do Ministério Público Eleitoral contra o prefeito José Bernardo Ortiz Monteiro Júnior não está para brincadeira. A magistrada acaba de dar um puxão na corda da forca que envolve o pescoço do prefeito taubateano.

A juíza eleitoral de Taubaté cassou os diplomas dos vereadores Carlos Peixoto (PMDB) eLuizinho da Farmácia (PR). A sentença foi prolatada na quarta-feira (6) da semana passada e está publicada no Diário Eletrônico da Justiça Eleitoral com data desta segunda-feira (11).

O inteiro teor da sentença não foi divulgado porque o processo contra os vereadores corre em segredo de justiça.

Para disputarem as eleições de 2012, Peixoto e Luizinho da Farmácia recorreram ao Tribunal Regional Eleitoral e obtiveram autorização para participar do pleito eleitoral.

A secretária de Meio Ambiente de Taubaté, Andreia Gonçalves (PV), assume a vaga de Luizinho da Farmácia (PR). Recentemente o agora ex-vereador, irritado, esculhambou o deputado Padre Afonso durante sessão na Câmara Municipal.

Provavelmente, Luizinho da Farmácia sabia do desfecho do processo contra ele na 141ª Zona Eleitoral e partiu para o ataque contra o parlamentar.

A decisão da juíza eleitoral de Taubaté afasta a preocupação existente na cidade com a demora no julgamento do prefeito Ortiz Júnior (PSDB). A Dra. Sueli Zeraik mostra ser cuidadosa e suas decisões dificilmente são reformadas por tribunais superiores.

Recentemente ela solicitou ao seu colega da 14ª Vara da Fazenda Pública da Capital, Dr. Randolfo Ferraz, “objeto de pé” (situação atual) do processo que tramita em São Paulo contra o futuro ex-prefeito desta urbe quase quatrocentona e seu pai, José Bernardo Ortiz, demitido da FDE pelo governador Geraldo Alckmin

Os fatos investigados e denunciados pelo Ministério Público Eleitoral de Taubaté contra Ortiz Júnior são mais graves.”

domingo, 10 de março de 2013

Porque precisamos de duas sessões


Carlos Peixoto  (*)

A interrupção da discussão do projeto que proíbe carro de som, cavaletes e bonecos na propaganda eleitoral em Taubaté, na sessão do dia 6, é mais uma prova da necessidade de desmembrarmos a sessão ordinária em duas, para viabilizar mais tempo para votações. Com essa finalidade, apresentei projeto, subscrito por 13 vereadores, propondo que, além de quarta-feira, seja realizada sessão ordinária também na segunda-feira, passando das atuais quatro para seis horas de sessão.
Assim como nas sessões dos dias 20 e 27 de fevereiro, na última quarta-feira a sessão terminou com projetos em fase de discussão, que deverá continuar na semana seguinte. Esta semana, além da proposta de minha autoria em parceria com o vereador Rodrigo Luis Silva, constava da ordem do dia o projeto de Jeferson Campos  proibindo a distribuição e descarte de panfletos em vias próximas às seções eleitorais.
A discussão e votação de projetos importantes para o município, em pauta no Legislativo, está sendo travada devido ao andamento da sessão, estabelecido no Regimento Interno, e que já não está viabilizando a eficiência de outrora. Fato é que, com cinco vereadores a mais, aumentou o número de proposituras, e a leitura de requerimentos tem extrapolado o tempo regimental.
O momento para discussão votação dos projetos da ordem do dia, estabelecido entre 16h30 e 18h30, tem se mostrado insuficiente, já que mais vereadores implica em mais inscritos para usar a palavra.
A proposta de desmembramento da sessão em duas está em análise pelas Comissões Permanentes da Câmara, e caberá à presidente definir quando será discutida e votada em plenário. Esperamos que seja tão logo os pareceres forem exarados. Pelos exemplos elencados, é notório que a medida em prol da agilidade dos trabalhos do Legislativo se faz urgente.


(*) Carlos Peixoto é vereador pelo PMDB de Taubaté

quinta-feira, 7 de março de 2013

Ficha limpa do funcionalismo é aprovada por unanimidade em Taubaté


Foi aprovado, em primeira votação e por unanimidade, o projeto de lei de autoria de Jeferson Campos (PV) que institui a “ficha limpa” do funcionalismo público de Taubaté, durante sessão extraordinária na Câmara Municipal dia 5.
O projeto impede de trabalhar na administração pública, direta ou indireta, no Legislativo ou no Executivo, e em qualquer instituição subvencionada pelo município, ainda que comissionados ou em cargos de confiança, condenados por crimes: a) eleitorais, cuja pena seja privativa de liberdade; b) contra a fé e a administração pública; c) contra o patrimônio público e privado; d) contra a vida, os costumes e a liberdade sexual.
A proibição se estende a quem teve contas relativas a exercício de cargos ou funções públicas rejeitadas por irregularidade insanável que configure improbidade administrativa.
Emenda da vereadora Vera Saba (PT) foi aprovada e prevaleceu sobre as outras duas emendas, de Jeferson Campos e da Comissão de Servidor Público. O texto inclui outros crimes na lista, entre eles condenações por racismo, tráficos de entorpecentes, formação de quadrilha e lavagem de bens; proíbe a contratação de empresa que tenha em seu quadro de chefia pessoas condenadas por esses crimes; incluiu os condenados por órgãos colegiados (em 2ª instância) entre os impedidos; e define que a prescrição da pena recolocará o suposto condenado na condição de reabilitado.
Joffre Neto (PSB) citou que, quando o projeto começou a ser discutido, em 20 de fevereiro, apontou a necessidade de emenda ao texto, para impedir a nomeação dos condenados pela Justiça em 2ª instância. Ele foi informado que já havia essa emenda, mas, ao consultar o projeto, verificou que a correção só apareceu no dia 27, ou seja, depois de ter apontado a falha.
Luizinho da Farmácia (PR) considerou que a condição de “honesto” é obrigação de qualquer indivíduo, e que a ficha limpa “não irá endireitar ninguém”, motivo pelo qual defendeu a ressocialização do condenado.
João Vidal (PSB) se mostrou favorável ao projeto. Apesar disso, enfatizou emenda que altera texto para crimes dolosos contra a vida e refletiu: “Se um pai esquece o filho no carro e essa criança vem a falecer, esse pai merece ser penalizado com a perda de seu cargo?”
Jeferson Campos apresentou vídeo pela TV Câmara para comprovar que as emendas foram apresentadas ao projeto em 2012, de acordo com lei federal. Destacou que ouviu o posicionamento dos vereadores e apoiou a emenda de Vera Saba, que o procurou para explicar as modificações que propusera.
Douglas Carbonne (PCdoB) frisou a necessidade de se valorizar “pessoas de bem”. Parabenizou Jeferson Campos e Vera Saba, pela autoria do projeto e da emenda, respectivamente. “Quem cumpre a punição está a apto a voltar a ser ficha limpa”, completou.
Rodrigo Luis Silva “Digão” (PSDB) também parabenizou os dois vereadores e salientou a importância do trabalho em conjunto, ou seja, a proposição de emendas com intuito de aprimorar propostas dos colegas. “Esta Casa quer somar com a administração pública, propondo mudanças que a população possa absorver da melhor forma possível.”
Noilton Ramos (PSD) lembrou que, pela quantidade de recursos contra a ficha limpa nacional, há possibilidade de mudanças naquela lei, mas se manifestou favorável ao projeto de Jeferson, a quem parabenizou. “Vamos trazer o melhor para nosso município e qualidade para os servidores.”
Vera Saba enfatizou que o projeto representa um marco para município, pois destaca a necessidade de pessoas éticas na gestão pública. Esclareceu que a proposta não impede a ressocialização, nem que a Prefeitura realize parcerias para dar segunda chance ao condenado.
Pollyana Gama (PPS) afirmou que a lei aprovada em Taubaté é um exemplo para o país e que se trata de uma demonstração de “que as coisas precisam mudar”. “Precisamos criar meios para instituir a cultura da necessidade de ser honesto. Demos um grande passo por sociedade mais justa.”
O projeto de lei depende de segunda votação para, depois, ser enviado ao prefeito, que deve sancioná-lo para que entre em vigor no município.

quarta-feira, 6 de março de 2013

Alexandre Villela anuncia R$ 3,4 milhões do PAC 2 para Taubaté



Atendendo pedido do vereador Alexandre Villela (PMDB), de Taubaté, o deputado federal Arnaldo Faria de Sá (PTB) viabilizou uma verba de R$ 3.415.233,04 para investimentos em infraestrutura urbana e pavimentação.
A verba faz parte do PAC 2 (Programa de Aceleração do Crescimento) do Governo Federal. Segundo Faria de Sá, o Congresso Nacional está para aprovar o orçamento da União e, em seguida, o prefeito de Taubaté será convocado a assinar o convênio.
O deputado frisou que a verba foi solicitada pelo vereador Alexandre Villela. “Agradeço muito o empenho do deputado Arnaldo Faria de Sá, que desde o nosso primeiro encontro para tratar dessa verba, se mostrou solícito em beneficiar nossa cidade numa área (infraestrutura) tão carente de investimentos”, afirmou Alexandre.

terça-feira, 5 de março de 2013

IRANI LIMA FICA FURIOSO É DÁ UM PONTAPÉ NA BUNDA DO DESCARTÁVEL JOAQUIM MARCELINO

O jornalista irani Lima em total estado de fúria e com um grande sentimento de culpa não suportou e desferiu com todo gosto um violento pontapé na bunda do descartável abduzido desnecessário Joaquim marcelino. Afirmam as más línguas que Joaquim não está conseguindo sentar pois seus fundilhos está inchados. E ele grita quando senta.
Eis o pivô da irritação de IRANI LIMA:

ARREPENDIMENTO MATA?
ENTÃO MEREÇO MORRER!

Neste final de semana, revisitando textos escritos para este blog, revejo opiniões e informações postadas e concluo que jamais perderei minha crença na política, a roda que move o mundo.

Minha militância independente no jornalismo, até onde foi possível, me rendeu, ao longo da carreira, pelo menos duas ou três demissões.

A última delas foi em 2002, da Rádio Cacique. Minha demissão da emissora teria sido uma imposição de José Bernardo Ortiz, que cumpria, à época, seu terceiro mandado como prefeito desta urbe quase quatrocentona, segundo Joffre Neto.

O tempo passou, minha aposentadoria chegou e, com ela, este blog enxerido, nascido no final de julho de 2010. Que tipo de blog faria nem eu sabia. Tateava os temas. Meu pendor pela política me fez tratar deste assunto.

O catão da Vila São Geraldo (de gravata), comandou reunião na casa de sua
fiel escudeira Regina Soldi, em agosto de 2011, três dias antes do
julgamento de Peixoto. Estou ao fundo, na porta. Desiludidos, quase todos
deixaram a Transparência por se sentirem enganados por Joffre Neto
O blog começou a crescer em 2011, quando publicou o depoimento de Fernando Gigli ao Gaeco sobre possíveis irregularidades que teriam sido cometidas pelo ex-prefeito Roberto Peixoto.

A divulgação do documento me custou um processo, no qual fui brilhantemente defendido pelo advogado Brenno Gontijo, e a instalação de uma comissão processante na Câmara Municipal, que visava cassar o ex-prefeito canastrão.

Não me arrependo das críticas que fiz a Roberto Peixoto ou aos vereadores. Meu arrependimento é descobrir, tardiamente, que fui manipulado pelo catão da Vila São Geraldo, como dezenas de outros taubateanos de boa fé.

O vereador desnecessário usou a mídia, as redes sociais e o movimento anti-Peixoto para se eleger. Acreditei, sinceramente, que estava fazendo o certo. O errado era se deixar manipular pelo ardiloso Joffre Neto.

No dia 10 de dezembro de 2011 publiquei uma manifestação de Joffre Neto, na qual o vereador desnecessário se traveste de catão para denunciar a união espúria do PV com o PSDB na Câmara Municipal. O vereador desnecessário, hoje, não passa de um reles defensor do futuro ex-prefeito de Taubaté.
E AGORA O QUE CAUSOU ESSE ARREPENDIMENTO LEIAM :

SÁBADO, 10 DE DEZEMBRO DE 2011

ONG DENUNCIA RELAÇÃO PROMÍSCUA ENTRE PV E PSDB NA CÂMARA MUNICIPAL

O ex-vereador Joffre Neto, diretor da ONG Transparência Taubaté, postou no grupo Taubaté de Peixoto, dia 3 de dezembro último, uma minuciosa e brilhante análise sobre a relação promíscua entre o PV e o PSDB na Câmara Municipal de Taubaté.

Pelo PV respondem os vereadores Jeferson Campos (presidente do Poder Legislativo municipal) e Henrique Nunes. Pelo PSDB o envolvido é o suplente de vereador José Antonio de Angelis – Bilili.

A primeira informação que o gabinete do vereador Henrique Nunes (PV) estava sendo usado pelo suplente de vereador do PSDB foi publicada por este blog dia 17 de novembro. A informação foi dada pelo próprio Henrique Nunes.

No dia 3 de dezembro, a notícia, ampliada e melhorada, foi divulgada pelo jornal O Vale. A partir do publicado pelo jornal, Joffre Neto fez uma brilhante análise sobre a situação dos envolvidos no episódio.

Entre outras coisas, Joffre Neto informa que a filha do suplente Bilili é assessora de Jeferson Campos com salário, pasmem!, de R$ 3,2 mil mensais. Como é caridosoesse Bilili.

Joffre leva ao MP relação promíscua PV-PSDB na Câmara
Verdadeiramente, as relações promíscuas do PV com o PSDB na Câmara Municipal de Taubaté não são apenas um samba do crioulo doido, como observou Joffre. Trata-se de promiscuidade explícita.

Abaixo, a análise do diretor da ONG Transparência Taubaté sobre avergonhosa triangulação envolvendo os vereadores Jeferson Campos e Henrique Nunes, ambos do PV, e o suplente de vereador José Antonio de Angelis – Bilili (PSDB).

A reportagem do jornal “O vale” de hoje informa algo impressionante:

1) Bilili-PSDB, suplente de vereador tem gabinete informal na Câmara, cedido pelo Ver. Henrique Nunes, PV;

2) Informa Bilili que sua atividade é marcar consultas, exames, internações e transporte de doentes “em meu próprio carro” (que foram meticulosamente contabilizados com nome e endereço das vítimas, digo, clientes, que chegam a 2.800, na ponta do lápis);

3) Sua filha é assessora de Jeferson Campos-PV, com vencimentos de R$ 3.250,00.

Em suma, um verdadeiro samba-do-crioulo doido, acompanhado dos trombones do clientelismo, da ilegalidade e da certeza que a Casa de Leis sem transformou em terra-sem-lei, um tudo pode, tudo é tolerado e, sabeis vós, casa que tudo tolera se transforma em casa de tolerância.

Vejamos a salada ideológica e um a um dos delitos cometidos, mesmo que de boa-fé:

A salada: PSDB e PV são adversários locais, mas isso não tem o menor significado nem para Henrique nem para Bilili, porque os partidos são ficções jurídicas exigíveis por lei: não significam grupo de pessoas que partilham uma doutrina, programa e ética.

Os possíveis delitos:

1)Crime de improbidade admistrativa de Henrique Nunes e Bilili por desvios de finalidade de bens públicos;

2) Ilegalidade por nepotismo, dado que a filha do suplente de vereador supostamente continou ocupando o cargo quando seu pai assumiu como titular.

3) Crime de prevaricação por parte da Mesa da Câmara que nomeou a filha do suplente sabendo de sua condição;

4) Crime de prevaricação por parte de Jeferson Campos por ter como assessora pessoal a filha do suplente e por tolerar o tal “gabinete informal” que certamente é notório na Casa;

5) Crime de fraude na marcação de consultas, exames e internações, porque os desvalidos certamente só procuram o “vereador informal” porque não foram atendidos pelas vias legais e se valem de suposta influência deste (que alardeia aos quatro ventos, inclusive dizendo-se íntimo do Gov. Alckmin) para burlar filas – o que pode, em tese, ter causado até mesmo a morte de alguém preterido.

É situação de dificílimo enfrentamento porque Bilili certamente acredita-se um homem caridoso, altruísta, que “faz o bem sem olhar a quem” (mas que contabiliza os atendimentos e, certamente, anota os endereços das vitimas, digo, clientes, com as repectivas datas de aniversários, em especial das crianças, porque os pais são muito sensíveis a carinhos aos filhos). É tão despojado que usa o próprio carro para transportar os desvalidos e paga do bolso, duas secretarias para serví-los.

Isso não é o que vem sendo chamado de assistencialismo (doação de bens materiais) mas clientelismo, um dos mecanismos mais perversos de dominação branca de cidadãos transformando-os em clientes-eleitores.

Funciona assim: oferece-se aos mais desvalidos serviços essenciais de direito, mas aos quais eles não têm acesso: serviços de saúde (consultas, exames, medicamentos, transporte), vagas em escolas, bolsas-de-estudos, etc.

Ao invés de serem serviços oferecidos por uma instituição impessoal (Prefeitura, Estado ou União) são oferecidos, pessoalmente, por um político.

No caso das instituições impessoais, o indivíduo se sente cidadão, nao deve nada a ninguém. Já quanto ao “santo político” que o ajudou, pessoalmente, sente-se preso por uma relação de dívida vitalícia cujo pagamento é “tão pequeno”: um mero voto! “Que custa?”, pensará a vítima e assim vota de olhos fechados em bons e maus, porque se importando se éticos ou corruptos.

Por que de dificil enfrentamento? – repito.

Porque após a denúncia os cidadãos-vítimas beneficiadas não compreenderão que eram vítimas de um mecanismo eleitor de corruptos, mas sim que foram privadas da ajuda do “amigo de verdade” que até, quem sabe, salvou a vida de um familiar quando furou uma fila de, por exemplo, um transplante. Outro pode ter morrido, mas “antes ele do que eu”.

E além disso, o político denunciado alardeará aos quatros ventos que os denunciantes “não têm coração” e só fizeram a denúncia “por motivos polítcos, sem se importar com as pessoas”. Dirá também que são “pessoas que nunca fizeram nada para ninguém mas só vivem de denúncias”. Enfim, dirá, “indignado”, que são pessoas “que têm o mal no coração”.

Paciência, a Transparência cumprirá o seu dever ético e fará a denúncia do mesmo jeito, cobrando ao Ministério Público que tome as providências cabíveis.

Aqui, a matéria d'O VALE que suscitou o comentário de Joffre Neto.

Suplente do PSDB ganha mandato informal na Câmara de Taubaté

Mesmo sem mandato, o suplente de vereador José Antonio de Angelis, o Bilili (PSDB), mantém um gabinete informal na Câmara de Taubaté, onde atende moradores e prepara a candidatura para o próximo ano.

Embora não esteja como vereador em exercício atualmente, ele circula com livre acesso pelo Legislativo, recebe e atende pedidos, atuando como uma espécie de 15º parlamentar.

O atendimento é feito no gabinete do vereador Henrique Nunes (PV), que cedeu o espaço “por amizade”. Bilili é o primeiro suplente do PSDB, e não do PV.

Nunes, que não pretende concorrer em 2012, afirmou que apoiará Bilili na disputa.

Atendimento. O suplente do PSDB tem como bandeiras a saúde e o desenvolvimento das áreas rurais. Ele contabiliza ter realizado desde 2009 – quando montou o gabinete informal– 2.800 atendimentos.

Bilili costuma ser procurado por pessoas em busca de vagas para exames, consultas e internações. Os próprios vereadores chegam a recorrer a ele para conseguir vagas em hospitais, o que garante ao suplente o “reconhecimento” dos colegas na Câmara.

“Sou um colaborador. Trabalho de graça, e para ajudar.”

Bilili também negou que utilize carro, telefone ou assessores de Henrique Nunes, conforme funcionários da Câmara relataram à reportagem.

“Tenho duas colaboradoras que trabalham para mim, não uso nada da Câmara, só o espaço do gabinete. Até cedo meu carro particular para levar pacientes em consultas.”

Nunes também defendeu a conduta. “Ele está trabalhando para acrescentar, para ajudar a população, não para tirar algum proveito.”

Tá bom Henrique, me engana que eu gosto.

segunda-feira, 4 de março de 2013

A CUT nas ruas pela pauta da Classe Trabalhadora




No próximo dia 06 de março, a Central Única dos Trabalhadores e as demais centrais sindicais brasileiras estarão nas ruas de Brasília lutando pelos interesses da Classe Trabalhadora junto ao Congresso Nacional.

Nos últimos anos, mobilizações como esta foram fundamentais para que pudéssemos avançar em várias conquistas para os trabalhadores brasileiros.

Um grande exemplo disso foi a implantação da política de valorização do salário mínimo pelo governo do ex-presidente Lula, fruto da constante pressão que a CUT e as centrais sindicais realizaram ao logo de 6 anos com diversas marchas e manifestações em Brasília.

Apesar das conquistas, precisamos avançar, e muitas pautas de grande interesse da Classe Trabalhadora estão travadas no Congresso Nacional e por isso se faz necessária a presença da mobilização Cutista nas ruas da capital federal.

Entre as bandeiras que estaremos levantando em Brasília neste dia 06, estão o Fim do Fator Previdenciário e a Redução da Jornada de Trabalho para 40 horas semanais, duas pautas históricas de luta da CUT.

Além delas também vamos reivindicar ao Congresso Nacional e ao Poder Executivo a destinação de 10% do PIB para a educação e para a saúde, a regulamentação da Convenção 151 da OIT, que garante a negociação coletiva no serviço público, a ratificação da Convenção 158, que combate a demissão imotivada e a valorização dos trabalhadores aposentados e pensionistas.

Sem luta não há conquista e por isso, estaremos nesta quarta-feira, dia 06 de março nas ruas de Brasília levando as bandeiras dos trabalhadores do Brasil.

sábado, 2 de março de 2013

JOAQUIM MARCELINO,O VEREADOR ABDUZIDO DESCARTÁVEL E DESNECESSÁRIO


Um ser que se julga ser um vereador profissional não perde o hábito de perseguir jornalistas uma vez que ao ser criticado por suas trapalhadas mentais quer atribuir suas asnices ao profissionais da mídia. Agora, que processar Irani Lima e Carlos karnas por injúria, calúnia e difamação. Em suma, um ser imperfeito que quer atribuir sua insignificância e sua incompetência no espelho pois quando olha enxerga tudo o que ele o é.
Eis o que escreveu Carlos karnas:
Carlos Karnas, jornalista e escritor

Caro Irani. Percebo de imediato e na primeira leitura do que foi postado, justamente o que um anônimo identificou e destacou de relevante e essencial no comentário dele: Joaquim Marcelino Joffre Neto se nomeia na “profissão vereador”. Vereador profissional, portanto. A “profissão vereador” – ditada e referendada por conta própria, por aquele que se diz vítima de calúnia, injúria e difamação – consta com nomenclatura específica no Boletim de Ocorrência e está grafada em 'caixa alta' no discorrimento do Termo de Declaração. Ou seja: Joaquim Marcelino Joffre Neto, intitulando-se na “profissão vereador”, assume e incorre na transgressão, no falso arbítrio, na infração. Ponto. A opinião pública o conhece e sabe dos seus eternos queixumes raivosos. Ele se diz vítima, mas imediatamente abraça para si todas as subjetivações e adjetivações que lhes são qualificadas, na condição de homem público. Não somos nós os seus desqualificadores, como ele quer apregoar e denunciar em Delegacia de Polícia: são seus opositores e parcela significativa da população taubateana que o destratam publicamente, justamente pelos seus atos que beiram a venalidade. O jornalismo retrata, justamente, tais manifestações. Ele expressa o que é dito e falado pela população, nada mais. Acima e antes de tudo, o homem público Joaquim Marcelino Joffre Neto a si próprio se desqualifica, se desmerece e se remete ao indigesto coletivo. Não tem altivez, dignidade.

“Vereador” é cargo eletivo, exercido no legislativo municipal, de acordo com o regime político vigente e no que prega a Constituição brasileira. É representante legal da sociedade e contra ela jamais deverá se insurgir. Pelo contrário: deverá respeitá-la e assumir compromissos diante das imposições e grandezas sociais, dos movimentos coletivos que exigem ética, moralidade, princípios, honestidade, condutas corretas e transparência na política e dos homens públicos. “Vereador” é o exercício da “vereança” ou de “verear”, jamais “profissão” – como pretende este que se diz vítima em plantão policial. Intitular-se vereador profissional é agressão constitucional total, arrogância e prepotência de baixa ou nenhuma civilidade e moral.

A OIT (Organização Internacional do Trabalho) e o Ministério do Trabalho e Emprego, não registram nem referendam “vereador' como profissão. Ela inexiste na Listagem das Profissões Regulamentadas, muito menos nas suas normas regulamentadoras no âmbito nacional e internacional. Neste caso, Joaquim Marcelino Joffre Neto se diz absurdamente “profissional vereador”. Ao registrar e reconhecer com assinatura um documento neste sentido, dá testemunho falso à sua própria titularidade profissional. Como homem público, achincalha a opinião pública e todos os cidadãos de bem. Nomeando-se arbitrariamente na “profissão vereador”, avoca para si condição de pusilanimidade. Não há outro termo para se apor. Por ocasião do seu registro de Boletim de Ocorrência, já deveria ter sido ele próprio citado pela autoridade. Praticou arbítrio, expôs o seu próprio delito e vitimou-nos todos.

Joaquim Marcelino Joffre Neto se diz vítima de injúria, calúnia e difamação. Pois bem, diante do que está posto aqui, diante do inconveniente delito praticado pelo próprio vereador desnecessário, como a autoridade policial poderá avançar nos queixumes dele, que por si só é pessoa tão transgressiva?

Todos os termos que a opinião pública se utiliza para qualificar Joaquim Marcelino Joffre Neto – os quais tanto incomodam-no, a ponto de assumir a sua arrogância e prepotência acusatória, desmoralizada, contra a imprensa que reflete aquilo que é voz corrente – voltam-se contra ele próprio. Afinal, quais os significados dos termosque indispõem o vereador desnecessário contra jornalistas e a imprensa?

Injúria: “injustiça, aquilo que é injusto; tudo o que é contrário ao direito”.
Joaquim Marcelino Joffre Neto não a pratica contra a sociedade ao intitular-se vereador profissional, a profissão que não existe?

Calúnia: “afirmação falsa; mentira, lorota, invenção”.

Joaquim Marcelino Joffre Neto não a pratica contra a sociedade ao falsear informação e mentir a autoridade policial, intitulando-se vereador profissional?
Difamação: “perda da boa fama; descrédito”.

Joaquim Marcelino Joffre Neto não a pratica contra a sociedade ao praticar seus atos reconhecidamente sem crédito e fama, como a de exercer “profissão vereador”,que não existe?

A sociedade e a opinião pública devem ou não duvidar do caráter de Joaquim Marcelino Joffre Neto?

Em Boletim de Ocorrência, o vereador desnecessário elencou uma quantidade de termos usuais ditos pela opinião pública taubateana e publicados pela imprensa, que não lhe fazem bem e que o perturbam. Tais termos fundamentam verdades deste homem público. Infelizmente.

Salafrário: “pessoa desonesta, desleal, ordinária”. O termo não se aplica ao que se diz vítima e falseia a sua profissão?

Vigarista: “aquele que pratica o delito do conto-do-vigário; aquele que, através de um ato de má-fé, tenta ou consegue lesar ou ludibriar outrem, com o intuito de obter para si uma vantagem; embusteiro, trapaceiro, velhaco”. O termo não se aplica ao que se diz vítima e que falseia a sua profissão? Não será vigarice se utilizar de titularidade para intimidar o que está no campo das ideias e os que devem zelar pela transparência política?

Abjeto: “que ou o que é desprezível, baixo, ignóbil”. O termo não se aplica ao que se diz vítima, que falseia a sua profissão, que foge e se acovarda para contrapor o que é de domínio da opinião pública e a imprensa transcreve? O vereador desnecessário, da maneira como age, não está a demonstrar que despreza os canais democráticos de debate e tenta cercear a imprensa descomprometida e imparcial, que está também à sua inteira disposição?

Pulha: “dito obsceno, indecoroso”. Falsear a profissão, considerar cargo eletivo de vereador como atividade profissional não é obsceno e indecoroso? O que pratica e assume tal condição não pode ser taxado de pulha?

Mau-caráter: “que ou quem tem um caráter mau; que ou quem é capaz de atos traiçoeiros; que ou quem não é pessoa confiável”. O vereador desnecessário, que se diz vítima, não tem diante dos próprios parceiros no legislativo e perante a opinião pública, reconhecidos atos e práticas que se afinam com o termo? Não há histórico conhecido deste homem público, cujo caráter nunca tenha sido questionado e qualificado?

Mentiroso: “que ou quem é dado a dizer, a contar mentiras; falacioso, falso, doloso; que dá falsa ideia da realidade, que induz ao erro; inexato, aparente, fingido, hipócrita, ilusório”. Aqui não é necessário se dizer mais nada quanto ao vereador desnecessário. Devemos relembrar o seu histórico no legislativo; a sua própria campanha, alianças e compromissos eleitorais; a sua atuação na entidade Transparência Taubaté; o caso da contratação de assessora para o seu gabinete este ano;e o trabalho de assessoramento, por compadrio, que desenvolveu na Câmara e que está sob crivo da suspeita. Será que não há muito mais?

Falso: “contrário à realidade ou à verdade; inexato, sem fundamento; em que há mentira, fingimento, dolo; que não é verdadeiro; fictício, enganoso;impostor”. Atos do vereador desnecessário não se enquadram neste conjunto? Então, é ou não falso?

Lesivo: “que prejudica, que danifica”. Atos, comportamentos e práticas do vereador desnecessário não estão a mostrar serem prejudiciais ao cidadão e município? Dizer-se “vereador profissional” não é lesivo?

Imoral: “contrário à moral, às regras de conduta vigentes em dada época ou sociedade ou ainda àquelas que um indivíduo estabelece para si próprio; falta de moralidade; indecoroso, vergonhoso, contrário ao pudor, à decência; libertino, indecente; que conduz ao erro, ao pecado; escandaloso, licencioso; cínico”. Tem moral o homem público que elenca cargo de vereador como sendo profissão?Não há cinismo ao se valer da titularidade pública para tentar oprimir e cercear a opinião pública e a imprensa?

Parvo: “diz-se de, ou indivíduo tolo, pouco inteligente, apoucado, atoleimado”.
O que dizer ao contrário do indivíduo com curso superior e que caracteriza o cargo de “vereador”, justamente, como profissão?

Incompetente: “que não é competente; que revela falta de competência, de habilidade, de aptidão; inábil”. Há quem não tenha incompetência? Qual a competência do vereador desnecessário?

Ignorante: “que desconhece a existência de algo; que não está a par de alguma coisa; mal-educado, grosseiro; pretensioso, presunçoso”. Quer ser ele vestal de bons princípios, moral, ética e bons costumes? Há o que acrescentar mais a respeito?

Imbecil: “que ou aquele que denota inteligência curta ou possui pouco juízo; idiota, toloque ou aquele que é fraco, sem forçasque ou quem não tem coragem; covarde, pusilânime”. Novamente,o que acrescentar mais a respeito?

As definições e significados das palavras – elencadas no Boletim de Ocorrência providenciado pelo vereador desnecessário – estão no dicionário Houaiss com verossimilhanças às do dicionário Aurélio. Joaquim Marcelino Joffre Neto é diligente na condição de vítima ofendida por termos da opinião pública e dos seus opositores, transcritos pelo jornalismo. Este mesmo jornalismo está receptivo ao que Joaquim Marcelino Joffre Neto tem para falar, sem subserviência. Entretanto, ele foge e não se dispõe a utilizar espaço democrático para defender seus atos, comportamentos, atitudes e procedimentos,a não ser nas mídias que não o contestam como deve ser contestado. Prefere buscar amparo, guarida e fazer intimidação em delegacia policial, visando outras instâncias e propósitos. Em nenhum momento contrapôs e explicitou as razões, temas, fatos e acontecimentos, nem as circunstâncias em que o conjunto de palavras foram expressas e determinantes. Porta-se como falso, portanto. Joaquim Marcelino Joffre Neto não dá respostas coerentes ou contra-argumentos às suas incongruências como homem público. Ele deve isso à sociedade. É seu dever. Caso contrário, demonstra ser covarde,medroso, arrogante e prepotente. Expõe o seu verdadeiro caráter nos intramuros dos registros oficiais. É traiçoeiro. Da maneira como age, compactua com masmorras e servilismos,com o caudilhismo. É oportunista de escrúpulos duvidosos. Os pares do vereador que se diz vítima, aqueles todos que bem o conhecem, nunca lhe deram crédito. Ridicularizam-no aberta e permanentemente. Esta percepção está a se alastrar cada vez mais, e o tal vereador a se afundar na própria e traiçoeira lama que criou. Enfim, Joaquim Marcelino Joffre Neto mexeu com a imprensa livre e responsável, que não tem comprometimentos e pode tratar da questão pública e abertamente sem quaisquer temores, pois ela não está conivente com aberrações políticas e com homens públicos que se revelam perniciosos, que demonstram feder mal no meio social e político.